segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

POLICIAIS CIVIS CONFRATERNIZAM-SE EM JOGO AMISTOSO NO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA

Policiais civis estiveram em campo, neste final de semana, em mais um jogo de futebol amistoso, para celebrar a passagem de ano. Sob coordenação do investigador Manoel Amaral, chefe-de-operações da Seccional da Marambaia, a equipe do CPC (Clube da Polícia Civil) venceu a representação da Seccional da Sacramenta pelo placar de 4 a 1, em partida realizada no Campo do Kasa, em Ananindeua, na Grande Belém. A partida foi movimentada com destaque para o delegado Pery Netto, diretor da Seccional da Marambaia, que assinalou dois tentos para o time do CPC. 

Equipe do CPC
EQUIPE VENCEDORA DO AMISTOSO
Os outros dois gols foram marcados pelos policiais civis Antonio Caveira e Delcio Velhote. O gol de honra da equipe da Sacramenta, comandada pelo investigador Palha, foi um gol contra assinalado pelo investigador Japonês. Mais do que um jogo, foi um momento de descontração e de confraternização entre os policiais civis para reunir familiares e amigos e assim fortalecer os laços de amizade. Programações como essa já são tradicionais no CPC. 

No início do ano, o CPC promoveu um Remo e Paysandu, formado por policiais civis torcedores dos maiores rivais do futebol paraense, como parte da confraternização de fim de ano, No placar final, a vitória dos azulinos pelo placar de 2 a 0. O evento também contou com ação beneficente em favor das famílias dos integrantes do Clube, por meio da distribuição de cestas básicas de alimentos.

POLÍCIA CIVIL ABRE CANAL DE DEBATES ENTRE AUTORIDADES E SOCIEDADE EM PROGRAMA DE RÁDIO EM BELÉM

“Criamos um ambiente de relacionamento entre autoridades e sociedade, sobre temas atuais, para auxiliar a população na tomada de decisões de forma crítica, sobre assuntos de interesse público”. É dessa forma que a delegada da Polícia Civil e apresentadora do “Segurança e Cidadania”, da Rádio Nazaré, Christiane Ferreira, resume o objetivo do programa, que vai ao ar todas as sextas-feiras, de 14h às 16h. Ferreira explica que diminuir a distância entre as autoridades e sociedade é fundamental para que a população tenha a oportunidade de dialogar com pessoas especializadas nos temas abordados durante o programa, que, semanalmente, foca em tópicos como segurança pública, meio ambiente, proteção de vulneráveis, feminicídio, direitos humanos, entre outros.



“Essa é uma iniciativa da Rádio Nazaré em parceria com a Polícia Civil. Não há intervalos comerciais, então tudo é feito de forma proativa, com caráter educativo. O objetivo é fazer com que as informações trocadas sejam úteis aos ouvintes”, diz Ferreira. Depois de uma reformulação, que passou a ter a delegada como apresentadora, o semanal passou a ser dinâmico, com temas diversos de interesse público, interatividade e abordagens de diferentes perspectivas. “O público é participativo e mostra o quanto as pessoas são interessadas por essas temáticas trabalhadas dessa forma. 

A internet ajuda, pois participam pelo Facebook e Twitter com o envio de sugestões e perguntas. Abrimos canais para que a audiência também tenha voz”, explica. No ar desde outubro de 2016, o programa tem registrado bons índices de audiência. Para a delegada, ter o retorno positivo do público significa ter margem para inovar e manter o formato que tem dado certo. “Sou novata nessa função, mas o desafio de ser apresentadora de um programa com esse foco é prazeroso. Gostamos de receber sugestões de quem nos ouve, pois isso nos ajuda a inovar. Nossa intenção é criar esse laço e instruir quem busca instrução”, finaliza. Por Sérgio Moraes (Agência Pará/ Governo do Estado).

POLÍCIA CIVIL COMBATE CRIME DE POLUIÇÃO SONORA NO DISTRITO DE ICOARACI EM BELÉM

A Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira, 20, a operação Harpocrates para combater o crime de poluição sonora, no distrito de Icoaraci, em Belém. No total, sete estabelecimentos comerciais foram visitados com constatação de poluição sonora. A ação policial foi realizada por policiais civis da Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA). 

OPERAÇÃO
O delegado Luis Xavier, diretor da DEMA, explica que a operação resultou de um levantamento realizado previamente em Icoaraci que apontou locais geradores de som alto em excesso em desacordo com a Lei. Nos locais em que foi averiguada a situação de poluição sonora, detalha o delegado, os proprietários responderão pela infração prevista no artigo 54, da Lei 9.605/98, a Lei de Crimes Ambientais. 

APREENSÕES
Durante as abordagens, algumas fontes sonoras foram apreendidas. Ainda, ressalta o policial civil, outros bairros da capital paraense estão sendo monitorados para serem alvos de novas operações. O trabalho da equipe da DEMA foi comandado pelo delegado Luiz Paulo Galrão juntamente com os investigadores Otávio, Márcia, Maués, Monteiro, Lourival e Alfredo, escrivã Alane e perito de Polícia Civil, Bosco.

POLÍCIA CIVIL QUEIMA QUASE UMA TONELADA DE DROGAS APREENDIDAS DURANTE O ANO PASSADO

A Polícia Civil incinerou, mediante autorização judicial, na manhã desta sexta-feira, 20, cerca de uma tonelada de drogas apreendidas durante operações policiais realizadas pelas Polícias Civil e Militar, no ano passado, em Belém e interior do Estado. A destruição dos entorpecentes realizada em uma indústria de cerâmica, localizada no bairro da Pedreirinha, em Marituba, na grande Belém, foi coordenada por policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc). A maior parte das drogas destruídas, explica o delegado Hennison Jacob, diretor da Denarc, foi formada por maconha em diversos formatos. Em porções menores, foram incineradas petecas de cocaína, pasta base, pedras de óxi e drogas sintéticas. Somente no ano passado, detalha o delegado, cerca de duas toneladas de drogas foram apreendidas em todo Estado. 

INCINERAÇÃO
A Denarc foi responsável por cerca de uma tonelada de entorpecentes apreendidos em 2016. Parte da maconha apreendida resultou da operação Tapera, realizada na divisa do Pará e do Maranhão, na região do Alto Rio Guamá, nos períodos de 22 a 27 de novembro, e de 12 a 14 de dezembro. Nas duas etapas, foram localizadas 55 roças de maconha com um total de 232,5 mil pés de maconha destruídos. Foram apreendidos mais de 114,7 mil mudas da erva, mais de 91 quilos de maconha seca; 35 quilos de sementes e 12 quilos de maconha em formato de tablete pronta para venda. Houve ainda incineração de drogas apreendidas durante operação policial em que mais de 460 quilos de maconha foram encontrados dentro de um caminhão, na rodovia BR-316, em Santa Isabel do Pará, nordeste paraense. Essa foi a maior apreensão de drogas do ano passado. 

POLICIAIS CIVIS CONDUZEM DROGAS APREENDIDAS PARA INCINERAÇÃO
Outra parte dos entorpecentes incinerados resultou da operação da Denarc que desarticulou um esquema de plantio de maconha dentro de apartamentos de alto padrão no centro de Belém. O sistema sofisticado, conhecido como plantação in-door (em local fechado) contava com estufas de lâmpadas para simular a luz solar, aparelhos de ar-condicionado e uso de produtos agrícolas. Duas pessoas responsáveis pelo plantio da erva foram presas em flagrante por tráfico de drogas durante operação da Divisão Estadual de Narcóticos. 

PARTE DO MATERIAL INCINERADO
DROGA JOGADA EM FORNO
Ainda, durante a operação, foram apreendidas drogas sintéticas (comprimidos de ecstasy e cartelas de LSD) nos imóveis. As ervas e drogas sintéticas eram fornecidas para eventos festivos, como "raves" (festas com música eletrônica). A incineração foi acompanhada pelo promotor de Justiça, Aldir Jorge Viana da Silva, da Promotoria de Justiça de Entorpecentes de Belém, unidade do Ministério Público do Estado. Ele explica que sua presença visa verificar o procedimento realizado para incineração e se os procedimentos estão de acordo com a legislação. A incineração também contou com a presença do engenheiro químico Ruy Neri, da Vigilância Sanitária da Secretaria de Estado de Saúde Pública, que verificou a forma de pesagem da droga e as providências para queima da droga.

TRANQUILIDADE MARCA O TERCEIRO FINAL DE SEMANA DO CARNAVAL DA CIDADE VELHA EM BELÉM

Terminou com tranquilidade e sem registro de quaisquer ocorrências o terceiro final de semana do Carnaval da Cidade Velha, tradicional desfile de blocos que animam as ruas do mais antigo bairro de Belém e que abrem os festejos da folia de momo na capital paraense. No sábado e no domingo, mais de 200 mil pessoas transformaram as ruas do bairro em corredores de animação. Organizado pela Liga dos Blocos da Cidade Velha, com apoio do Governo do Estado e Prefeitura de Belém, o evento teve início com concentração dos milhares de brincantes, a partir de 14 horas, na praça do Carmo, em frente à Catedral Metropolitana, no centro histórico da capital paraense. 

Policiamento durante desfile do bloco Fofó do Lino
BLOCO DE RUA NO CARNAVAL DA CIDADE VELHA EM BELÉM
Depois, os blocos seguiram pela rua Doutor Assis, tomando rumo em direção à Avenida Almirante Tamandaré, que foi interditada para ser usada como ponto de dispersão dos foliões. Agentes da Polícia Militar e Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, da Guarda Municipal de Belém, do Departamento de Trânsito do Estado (Detran), da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) e da Secretaria Municipal de Economia (Secon) estiveram em atuação na segurança do evento. Ruas situadas nos arredores do Carnaval da Cidade Velha tiveram o trânsito desviado para vias alternativas por equipes do Detran e da Semob, que orientavam os motoristas. Cinco blocos puxaram a folia no fim de semana e reuniram foliões não só da Cidade Velha, mas de diversos bairros de Belém. 

O estudante Marcos Almeida, 20 anos, é morador do Guamá, e afirma que sempre acompanha o Carnaval na Cidade Velha, todo início de ano. "Sempre venho aos domingos para encontrar os amigos e cair na folia". festeja. Os moradores da rua Doutor Assis, por onde desfilaram os blocos, foram um show à parte. Com adereços coloridos e fantasiados, eles se reuniram em família na sacadas das casas da via para enriquecer ainda mais a tradicional festa carnavalesca. No domingo, o auge do evento foi os desfiles dos tradicionais blocos Fofó do Lino e Fofó de Belém. 

O primeiro, com vinte anos de existência, promoveu uma homenagem ao seu fundador, o compositor e carnavalesco Benedito Solino Viana de Sousa, que era conhecido como "Seu Lino" e que faleceu no ano passado, aos 81 anos de idade e mais de 50 anos dedicados ao Carnaval da Cidade Velha e do município de Cametá, sua terra-natal. Por causa do falecimento, o bloco não desfilou no ano passado. Neste ano, um boneco de mais de cinco metros de altura representando o fundador do bloco foi o abre-alas do arrastão da folia. Nem a chuva que caiu durante quase toda a tarde de domingo diminuiu a empolgação dos foliões pelas ruas antigas do bairro. 

O filho do compositor, Betinho Sousa, foi o puxador do bloco, entoando músicas tradicionais e temas atuais do Carnaval brasileiro. Em nome do bloco, ele elogiou o trabalho desempenhado pelas equipes de Segurança Pública para garantir o cortejo com tranquilidade e segurança. Para finalizar o domingo de folião, o bloco Fofó de Belém puxado pelo cantor e compositor Eloi Iglesias, entrou no corredor da folia, levando os brincantes ao delírio com marchinhas tradicionais do Carnaval brasileiro. O evento finalizou por volta de 20 horas deste domingo após a passagem do bloco Fofó de Belém. 

POLICIAMENTO NO EVENTO
TRANQUILIDADE Segundo o major Ed Lins, responsável pela coordenação do posto de comando do policiamento do evento, neste domingo, o percurso dos blocos transcorreu sem quaisquer ocorrências. Ele avaliou como tranquilo o evento carnavalesco na Cidade Velha, que chegou ao terceiro final de semana de folia pelas ruas do bairro. Para guarnecer a segurança do Carnaval da Cidade Velha, mais de 100 policiais militares foram distribuídos ao longo do percurso e nas ruas arredores do evento, a partir de 13 horas, para acompanhar a concentração do cortejo, até as 22 horas, após a dispersão dos brincantes. "Durante todo o percurso, temos patrulhas policiais com viaturas posicionadas ao redor do local do evento. Vamos permanecer fazendo segurança na área com policiamento ostensivo, efetuando abordagens em pessoas que estejam em atitudes suspeitas ou promovendo brigas e desordens", detalha. 

Ainda, ressalta o policial militar, as guarnições da Polícia Militar também foram posicionadas no início da Avenida Almirante Tamandaré, área de dispersão dos blocos, para acompanhamento do bloco no término do percurso. O trabalho de policiamento da área também contou com apoio do Centro de Integrado de Operações (Ciop), por meio do fone 190, para repasse imediato de qualquer ocorrência que ocorrer na área. Ele ressalta que a Liga dos Blocos do Carnaval da Cidade Velha, responsável pela organização do evento, tem contribuído para divulgar as orientações prestadas pelas Polícia Militar e Civil, visando evitar tumultos e brigas junto aos blocos para garantir a tranquilidade no tradicional evento carnavalesco do bairro mais antigo de Belém. "Em caso de ocorrer alguma situação de crime, como furto ou roubo, acrescenta o major, as Polícias Militar e Civil, em parceria com a Guarda Municipal de Belém, estavam de prontidão para agir da forma mais rápida possível", destaca. 

O trabalho de policiamento também contou com cinco plataformas de observação instaladas ao longo da rua Doutor Assis. A Polícia Civil esteve em atuação com policiais civis da Divisão de Polícia Administrativa (DPA), unidade vinculada à Diretoria de Polícia Especializada (DPE), sob coordenação das delegadas Andrezza Franco e Soranda Nascimento. Conforme a delegada Andrezza, foi dada atenção especial para a dispersão dos brincantes no cruzamento da rua Doutor Assis com Avenida Almirante Tamandaré. Nessa área, detalha a policial civil, existe a presença de ambulantes e de algumas pessoas com carros de som que são orientados a sair da área para permitir a passagem do trio elétrico do bloco, de forma a prevenir acidentes devido a obstrução do tráfego no corredor da folia.

POLÍCIA CIVIL APREENDE MATERIAL USADO EM JOGO DO BICHO EM BREVES

A Polícia Civil divulgou, nesta segunda-feira, 23, o resultado das ações policiais de combate ao crime no município de Breves, na ilha do Marajó, realizadas de 17 a 20 deste mês. As operações contaram com apoio da Polícia Militar. Cinco pessoas foram presas. Três delas por porte ilegal de arma de fogo e outras duas acusadas de latrocínio - roubo seguido de morte - e homicídios. No mesmo período, dez pessoas foram detidas, no município, por contravenção penal de jogo do bicho durante a operação "Deu Zebra". Diversos objetos usados na prática ilegal foram apreendidos. Segundo o delegado Geraldo Pimenta Neto, da Superintendência da Região do Marajó Ocidental, no último dia 17, as Polícias Civil e Militar do município prenderam Cleiton Furtado Pantoja e apreenderam um adolescente acusados de latrocínio - roubo seguido de morte. 


Os dois são acusados de matar a facadas, durante assalto, o taxista Luan da Silva Freitas, em Breves. No dia seguinte, detalha o delegado, três pessoas foram flagradas com duas armas de fogo ilegais. Renato Furtado Pantoja, Maria do Socorro Souza da Silva e Manoel Neto dos Santos Maia foram presos por porte ilegal de um revólver de calibre 44 e de uma arma de fabricação caseira de calibre 26, além de quatro munições, três delas de calibre 44 e outra de calibre 36. Os objetos foram subtraídos de forma ilegal. O procedimento de prisão em flagrante foi lavrado pelo delegado Carlos Olavo Meschede com base nos artigos 180, do Código Penal (receptação), e 12 do Estatuto do Desarmamento (porte ilegal de arma de fogo). 

Em outra operação conjunta envolvendo policiais civis e militares, foi cumprido o mandado de prisão preventiva de Sandro Silva de Almeida, indiciado em dois inquéritos policiais sob acusação de dois homicídios qualificados. Ele possui outro pedido de prisão preventiva em inquérito policial de homicídio ainda sob apuração. Com o acusado foi apreendido um revólver calibre 32. No momento em que seria preso, o acusado sacou a arma de fogo e a apontou em direção aos policiais, que se defenderam e atingiram o suspeito com tiros nas pernas e em um dos pés. Sandro foi encaminhado inicialmente ao hospital local e depois liberado. 

Ele está preso à disposição da Justiça. Já, no último dia 20, a Polícia Civil deflagrou a operação "Deu Zebra" para combater a contravenção penal do jogo do bicho. Ao todo, dez pessoas foram detidas. Foi apreendida uma máquina para utilização de cartão de crédito, diversos blocos de anotação do jogo do bicho, a quantia de R$ 1.018,75 em dinheiro e outros objetos que comprovam a prática da contravenção penal. A ação policial foi coordenada pelos delegados Geraldo Pimenta Neto, Paulo Junqueira e Artur Carlos Meschede, com apoio de policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO) de Breves. O delegado Geraldo salienta que "as operações visam combater a prática de diversos tipo de crime e irão prosseguir durante todo o ano".

POLÍCIA CIVIL RESGATA CAVALOS EM SITUAÇÃO DE MAUS TRATOS NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELÉM

O trabalho de resgate de animais em situação de maus tratos realizado por policiais civis da Divisão Especializada em Meio-Ambiente (Dema) resultou, no ano passado, na apreensão de 13 equinos, como cavalos e jumentos, encontrados na região metropolitana de Belém. Todos os animais foram levados pela equipe policial para o projeto Carroceiro, que é um dos parceiros da Dema e que está sediado na Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), em Belém. O projeto é formado por médicos veterinários que prestam atendimento a animais usados como tração para puxar carroças e que, muitas vezes, acabam maltratados e abandonados pelos donos quando não lhes são mais úteis. 

ANIMAIS SÃO ENTREGUES NO PROJETO CARROCEIRO
Foi o caso de dois cavalos que haviam sido abandonados pelos donos após serem usados durante anos para puxar carroças pelas ruas de Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Os equinos foram encontrados no bairro de Águas Lindas no último dia 18 e encaminhados para tratamento veterinário no projeto Carroceiro. Segundo o investigador e médico veterinário da Dema, Edelvan Soares, os animais apresentavam sinais visíveis de maus tratos. "Eles estavam feridos e magros. Um deles estava com suspeita de câncer", detalha o policial. 

EQUINOS FORAM ABANDONADOS
O trabalho de resgate realizado pela Dema conta com apoio de uma carrocinha usada no recolhimento dos animais encontrados em situação de maus tratos. No caso, os dois cavalos foram localizados em um terreno baldio, após informações repassadas por moradores da área. Com o tratamento veterinário, a expectativa é de que os cavalos se recuperem. Após a recuperação, eles terão uma melhor destinação. 

CAVALO ABANDONADO
Entre os animais resgatados no ano passado pela Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA) está o caso de um cavalo filhote que estava em situação de maus-tratos e abandonado em Ananindeua, no mês de dezembro. Eles foi resgatado após abordagem realizada pela equipe policial mediante recebimento de denúncia sobre um cavalo perambulando pelas ruas da cidade. 

Em outra ação de resgate, em outubro, um cavalo que estava em situação de risco na estrada da Ceasa, em Belém, foi encontrado e levado para tratamento médico veterinário no Projeto Carroceiro. De acordo com Edelvan Soares, o quadrúpede apresentava sinais de maus tratos, como uma lesão em uma patas e ferimentos nas costas. O bicho foi colocado na carrocinha da DEMA e levado para a UFPA, onde recebeu os devidos cuidados.
CAVALO COM SINAIS DE MAUS TRATOS
Recuperados, detalha Soares, os equinos são destinados a doação para pessoas interessadas em adotá-los. Em geral, são pessoas que possuem sítios, onde os animais passam a ter uma nova vida. A doação dos equinos é realizada mediante orientação de conscientização dos novos donos sobre os maus tratos de animais. "Os responsáveis pela adoção são orientados de que esses animais não poderão mais serem usados como tração", explica o médico veterinário.