sábado, 4 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CIVIL TRANSFERE PARA BELÉM PRESO NO INTERIOR DO PARÁ ACUSADO DE MATAR POLICIAL MILITAR REFORMADO NA CAPITAL

Policiais civis da Divisão de Homicídios conduziram, nesta sexta-feira, 3, para a sede da unidade policial, o preso Thiago Cardoso Martins, 28 anos, conhecido como Thiaguinho, acusado da autoria do assassinato do policial militar reformado Olênio Pinto Prado, 51 anos, em julho do ano passado, no bairro do Jurunas, em Belém. Ele foi preso em flagrante no município de Limoeiro do Ajuru, nordeste paraense, no último dia 1º, por tráfico de drogas, por uma guarnição da Polícia Militar, após ser flagrado, em uma casa na rua JK, bairro da Matinha. 


Após ser preso, ele foi conduzido para Cametá para ser autuado em flagrante por tráfico de drogas e outros crimes. Thiago foi transferido para Belém, ontem, e estava recolhido na Central de Triagem da Cremação, até ser conduzido para ser ouvido em depoimento pelo delegado Fernando Bezerra, presidente do inquérito. Segundo o delegado Renato Wanghon, da Divisão de Homicídios, Thiago e mais três comparsas são apontados como os autores do assassinato do policial militar. Na época do crime, o grupo pegou a vítima de surpresa no momento em que caminhava na Avenida Roberto Camelier com Rua dos Mundurucus. 

Olenio foi alvejado por vários tiros por dois homens que desceram de um carro roubado. Os criminosos fugiram do local sem levar nada do policial militar reformado, que estava armado, mas não teve chance de se defender. Depois dos tiros, os criminosos saíram em fuga no carro até uma rua, onde os três ocupantes dos veículos passaram para um táxi que já os aguardava no local e abandonaram o carro roubado. 

O crime teria sido motivado por vingança, por parte de Thiago, que teria prendido o acusado enquanto estava em atividade na Polícia Militar. Thiago responde a, pelo menos, três processos criminais na Justiça paraense, entre eles, um do ano de 2007 em que é acusado de matar um policial militar da ativa, na área do Tucunduba, bairro do Guamá, em Belém. Ele vai permanecer preso à disposição da Justiça.

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