segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

POLÍCIA CIVIL PROMOVE FESTA DO NATAL SOLIDÁRIO EM COMUNIDADE DE MARITUBA

Uma manhã de alegria e emoção. Foi assim a festa do Natal Solidário dos Servidores da Polícia Civil do Pará realizada, neste sábado, dia 17, na comunidade Riacho Doce, em Marituba, na região metropolitana de Belém. Com direito a distribuição de brinquedos e lanches às crianças e presença do Papai Noel, o evento marcou o período de Natal dos moradores da localidade. Foi a edição de número 21 do Natal Solidário, que é realizado às proximidades do Natal, para levar mais alegria às comunidades carentes. Desta vez, a coordenação do programação, tendo à frente o assessor de Relações Interinstitucionais da Polícia Civil, Luiz Monteiro Junior, escolheu a comunidade de Marituba para ser beneficiada com o Natal Solidário. 

NATAL SOLIDÁRIO
Nos últimos meses, foi feita a campanha de arrecadação de doações de brinquedos e alimentos não-perecíveis para doação às comunidades. A programação é de iniciativa de servidores públicos da Polícia Civil que se reúnem para divulgar junto às Delegacias e Seccionais a campanha de doações. Como tradicionalmente ocorre, Luiz Monteiro Junior, que é investigador de Polícia, encarnou o Papai Noel para fazer a festa entre a criançada na comunidade. Para ele, é sempre uma grande alegria e um momento de emoção levar a felicidade às crianças. 

Natal Solidário em Marituba

Dezenas de brinquedos, como bolas e bonecas, foram distribuídos às crianças que também tiveram lanches. O evento foi realizado na sede de uma escola da comunidade. O Bom Velhinho foi recebida foi muita festa e entusiasmo pelas crianças, que lotaram o espaço destinado ao evento. A campanha do Natal Solidário ainda não terminou. A expectativa é atender a cerca de 500 famílias na ação solidária deste ano em outras comunidades carentes da região metropolitana de Belém. 

Papai Noel é recebido com festa

ATENÇÃO As doações podem ser feitas por qualquer pessoa. Basta procurar a sala da Assessoria de Relações Interinstitucionais (ARIN), no bloco C da Delegacia Geral, na Avenida Magalhães Barata, 290, bairro de Nazaré, de 8 horas da manhã às 18 horas, de segunda à sexta-feira. Outras informações sobre a campanha do Natal Solidário da Polícia Civil podem ser obtidas, de segunda à sexta-feira, em horário comercial, no fone (91) 4006-9041.

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR PRENDEM ENVOLVIDOS EM ROUBO A RESIDÊNCIA EM PORTEL

As Polícias Civil e Militar prenderam, no último final de semana, Regianderson Oliveira de Almeida e Evaldo Marques da Rocha, acusados de praticar um assalto a uma residência, no último dia 13, em Portel, na Ilha do Marajó. Um adolescente que também participou da ação foi apreendido. Na ocasião, os acusados invadiram uma casa armados com revólver calibre 38 e uma arma de choque, e roubaram dois telefones celulares. A vítima reagiu e conseguiu impedir que o assaltantes levassem mais objetos. 

Arma de choque, revólver e celular apreendidos

Os criminosos ainda chegaram a disparar tiros contra os moradores da casa. No dia seguinte, Regianderson Almeida foi preso em flagrante após ser reconhecido. Na delegacia, foi constatado que ele era foragido do Sistema Penitenciário do Pará, onde responde pelo crime de roubo com uso de arma de fogo, além de ter praticado ato infracional análogo ao crime de homicídio qualificado quando era adolescente. 

Segundo o delegado Paulo Junqueira, titular da Delegacia de Portel, ele vai responder pelo crime de tentativa de homicídio. Ao ser preso, o acusado estava com um dos aparelhos celulares roubados e com a arma de choque usada no crime. O outro acusado, Evaldo Marques, foi preso na sexta-feira passada, dia 16. Ele estava com o revólver calibre 38 utilizado no assalto. O acusado vai responder pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.

POLÍCIA RECUPERA VEÍCULOS ROUBADOS E PRENDE AUTORES DO CRIME NO NORDESTE PARAENSE

A Polícia Civil, por meio da Superintendência da 3ª Região Integrada de Segurança Pública (3ª RISP), deflagrou a operação "Castelo de Areia" para investigar uma série de roubos de caminhões e tratores ocorridos na região nordeste do Estado. Após investigações nos municípios de Tomé-Açu, Santa Maria do Pará, Vigia-de-Nazaré e São Francisco do Pará, no nordeste do Pará, a equipe policial identificou Diogo Leão Celia e Thiago Willian da Silva Freitas como integrantes de uma associação criminosa especializada em roubos, desmanche, adulteração e receptação de máquinas agrícolas e veículos. 

Veículos recuperados

Segundo o delegado Victor Fontes, a associação criminosa agia em diversas cidades do interior do Pará e também em outros Estados. "A dupla foi presa em cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedido pela Comarca do município de Vigia de Nazaré", explica o policial civil. Diogo Leão foi preso na última quinta-feira, dia 15, no município de Benevides, e Thiago Freitas foi preso, em Belém no último sábado, 17. 

Com eles, alguns dos veículos roubados foram recuperados. A operação contou com o apoio da Diretoria de Polícia do Interior da Polícia Civil (DPI), da Delegacia do Centro de Castanhal, da Seccional Urbana do Jaderlândia em Castanhal, da Delegacia de Quatro Bocas em Tomé-Açu, do Núcleo de Apoio à Investigação de Castanhal (NAI), e do Núcleo de Inteligência Policial da Polícia Civil (NIP).

OPERAÇÃO TAPERA DESTROI MAIS DE 200 MIL PÉS DE MACONHA NO NORDESTE DO PARÁ

A Polícia Civil divulgou, nesta segunda-feira, 19, em entrevista coletiva de imprensa, na Delegacia-Geral, em Belém, os resultados de nove dias da operação denominada "Tapera" para combate ao tráfico de drogas por meio da destruição de plantações de maconha na região do Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão. No total, foram duas etapas da operação policial deflagrada, em sua primeira etapa, de 22 a 27 de novembro, e na segunda etapa, de 12 a 14 de dezembro deste ano. Nas duas etapas, foram localizadas 55 roças de maconha com um total de 232,5 mil pés de maconha destruídos.


Foram apreendidos mais de 114,7 mil mudas da erva, mais de 91 quilos de maconha seca; 35 quilos de sementes e 12 quilos de maconha em formato de tablete pronta para venda. Foram apreendidas ainda duas armas de fogo caseiras usadas em armadilhas no meio da mata; cinco prensas usadas no preparo da maconha; uma bomba de irrigação e 1.800 metros de tubos de PVC usados na irrigação das plantações. A operação vai prosseguir com objetivo de identificar os responsáveis pelas propriedades rurais, onde a droga era plantada. No total, as áreas medem mais de 132 mil metros quadrados.

COLETIVA DE IMPRENSA
A coletiva contou com as presenças do delegado-geral Rilmar Firmino; do diretor da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), delegado Hennison Jacob; do diretor de Polícia do Interior, delegado João Bosco Rodrigues; do piloto do Grupamento Aéreo do Estado (Graesp), delegado Nelson Sobreira, e do perito criminal Benedito Leão, do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. A ação policial foi coordenada pelo Sistema Integrado de Segurança Pública do Pará, sob comando do delegado Hennison Jacob, titular da Denarc da Polícia Civil, e contou com atuação de policiais civis de Belém e das Superintendências Regionais de Castanhal e Capanema, além de policiais militares da Companhia de Operações Especiais (COE) e do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA); bombeiros militares; peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e um helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Estado (Graesp) para apoio nas buscas aos roçados de maconha em meio à mata fechada e de difícil acesso por terra.


A primeira etapa da operação, entre os dias 22 e 27 de novembro deste ano, resultou na localização de 42 plantações e na destruição de mais de 175 mil pés de maconha, além da apreensão de 90 mil mudas da erva; mais de 15 quilos de sementes e dez quilos de maconha seca e já beneficiada. A operação abrangeu as cidades de Cachoeira do Piriá, Nova Esperança do Piriá, Viseu e Garrafão do Norte. Do total de roças localizadas, 32 deles estavam na áreas de Cachoeira do Piriá. A área onde os plantios foram encontrados é equivalente a 100 campos de futebol.


Já a segunda etapa, de 12 a 14 de dezembro, na localização de 13 roçados de maconha com destruição de 57,5 mil pés da erva em uma área plantada de 27 mil metros quadrados, localizada na zona rural de Cachoeira do Piriá. Na área também foram apreendidas 24,7 mil mudas; 81 quilos de maconha seca; 20 quilos de sementes e 12 quilos de tabletes de maconha. 


Nesta segunda etapa da operação, explica o delegado Hennison Jacob, o diferencial foi a localização de plantações dentro de matas fechadas e não mais às proximidades de rios, como era antes. Segundo o delegado-geral, ao contrário do que era antes, hoje o cultivo da maconha é feito em terras legalizadas e até perto de residências. Rilmar Firmino ressalta que o monitoramento nessas áreas e em outras regiões do Estado é constante para identificar novas plantações da erva. "Já temos um calendário de ações em 2017 para erradicar cultivos de maconha no interior", salienta. 

O delegado-geral informou ainda que irá oficiar ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e ao Iterpa (Instituto de Terras do Pará) para verificar a quem pertence as áreas onde foi encontrado o cultivo da maconha. "Tão importante quanto destruir plantações de maconha é identificar os donos das terras para futuramente pedir à Justiça a desapropriação das áreas", salienta. O delegado Nelson Sobreira, piloto do helicóptero do Graesp, explicou, na coletiva, que a atuação do Grupamento é fundamental para o êxito da operação. "Sobrevoamos a área previamente levantada conduzindo os policiais e, durante o procedimento, conseguimos até localizar outras plantações que não estavam no levantamento", explica. 


A presença do Centro de Perícias Científicas na operação é fundamental, pois o trabalho pericial dá a credibilidade necessária ao procedimento policial, por meio das perícias. O trabalho da equipe de peritos criminais na operação, explicou o perito Benedito Leão, foi o de mensurar a área de cultivo e a área na qual os roçados foram encontrados, além de quantificar pés de maconha, e fazer todo o trabalho de marcação (plotagem) da região, que ajuda na identificação dos locais de cultivo. Parte da maconha apreendida no local foi levada como amostra para posterior perícia de constatação da droga feito em laboratório.