quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

OPERAÇÃO TAPERA DESTROI MAIS DE 30 MIL PÉS DE MACONHA NO NORDESTE DO PARÁ

A Polícia Civil divulgou nesta quarta-feira, 14, resultados parciais da segunda fase da operação Tapera para destruir plantações de maconha no nordeste do Pará, divisa com o Maranhão. Em dois dias de operação, foram localizadas 7 roças de maconha com mais de 30 mil pés da erva destruídos. Foram apreendidos ainda mais de 11 quilos de sementes, mais de 13,5 mil mudas, mais de 72 quilos de maconha seca e armas de fogo. Iniciada no último dia 12, a operação prossegue na região. 


A ação policial é comandada pelo delegado Hennison Jacob, titular da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil, e conta com apoio de policiais civis de Belém e vinculados às Superintendências de Castanhal e Capanema, policiais militares da Rotam e Batalhão de Polícia Ambiental; bombeiros militares; peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e um helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) para apoio nas buscas aos roçados de maconha em meio à mata fechada e de difícil acesso por terra. 

Maconha seca

ARMAS APREENDIDAS
Somente no primeiro dia da operação, dia 12, os policiais localizaram quatro roças em uma área de mais de 10,8 mil metros quadrados, onde foram encontrados mais de 19 mil pés de maconha e 13,5 mil mudas. No segundo dia, na terça-feira, 13, a operação localizou mais três roças com 11 mil pés da erva. 

SOCIAL Além da parte de repressão ao tráfico de drogas, os agentes do Sistema do Segurança Pública levaram doações para a comunidade carente da zona rural de Cachoeira do Piriá. Foram doados diversos kits de alimentos não-perecíveis arrecadados pela própria equipe de agentes de Segurança Pública para ajudar a comunidade.

ENTREGA DE ALIMENTOS A MORADORES DA COMUNIDADE
A iniciativa foi dos próprios agentes como forma de contribuir de forma solidária com o natal dos moradores na região. A primeira etapa da operação foi realizada entre os dias 21 e 26 de novembro deste ano, na região do rio Gurupi, divisa do Pará com o Maranhão. A operação do Sistema Estadual de Segurança Pública resultou na destruição de mais de 175 mil pés de maconha e na apreensão de 90 mil mudas da erva, mais de 15 quilos de sementes, dez quilos de maconha seca e já beneficiada e cinco prensas usadas no preparo da droga para o tráfico, além de duas armas de fogo. 

Ao todo, 42 plantações de maconha foram localizadas nos seis dias de operação. A operação abrangeu as cidades de Cachoeira do Piriá, Nova Esperança do Piriá, Viseu e Garrafão do Norte. Do total de roças localizadas, 32 deles estavam na áreas de Cachoeira do Piriá. A área onde os plantios foram encontrados é equivalente a 100 campos de futebol. Foi a maior apreensão de drogas realizada no ano.

POLÍCIA CIVIL TRANSFERE PARA BELÉM PRESO NO PIAUÍ ACUSADO DE MATAR PREFEITO DE GOIANÉSIA DO PARÁ

A Polícia Civil do Pará transferiu, nesta quarta-feira, 14, de Teresina (PI) para Belém, o preso Benedito Peres Campelo, 55 anos, natural de Natal (RN), acusado de executar o então prefeito de Goianésia do Pará, João Gomes da Silva, que era conhecido como Russo, em 24 de janeiro deste ano. O preso chegou na Delegacia-Geral, pela manhã, sob escolta de uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios, sob comando do delegado Fernando Bezerra. Ainda pela manhã, o preso prestou depoimento ao delegado na sede da DH e ficou de ser transferido a uma unidade do Sistema Penitenciário na região metropolitana de Belém para ficar à disposição da Justiça de Goianésia do Pará. 

PRESO
Segundo o delegado, a prisão de Campelo foi resultado de "intensa investigação bastante complexa" que resultou na identificação de alguns envolvidos no crime. "Agora, a gente está na fase de captura. Ele foi o primeiro a ser capturado e, segundo as investigações, ele foi o executor, a pessoa que efetuou os disparos contra o prefeito", explica o policial civil, que preside o inquérito do caso.  

PREFEITO FOI MORTO
As investigações foram realizadas pela equipe da DH com apoio da SIAC (Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará. A prisão de Campelo foi resultado de trabalho conjunto com policiais civis de Teresina no Piauí, onde o acusado estava foragido. Ainda, conforme o delegado, o preso usa vários nomes e documentos falsos, o que vai exigir uma pesquisar para verificar outros crimes que ele teria cometido no Pará e em outros Estados brasileiros. 

Benedito foi preso na sexta-feira passada, dia 9, em Teresina, como resultado de um trabalho conjunto de policiais civis da DH e Serviço de Polícia Interestadual de Buscas e Capturas (Polinter) do Pará com apoio da Polícia Civil piauiense.

Segundo o policial civil, o prefeito foi morto a tiros por dois criminosos. Um deles entrou no local do velório, onde estava a vítima, e efetuou os disparos. Durante as investigações, um dos envolvidos, agora preso, foi identificado como Benedito Campelo, que também usa outros nomes, entre os quais, Agnaldo Peixoto de Alencar. Ao ser preso, o acusado portava uma carteira de identidade com esse nome falso.

OPERAÇÃO POLICIAL RESULTA NA APREENSÃO DE DROGAS E TRÊS PRISÕES EM MELGAÇO

A Polícia Civil deflagrou no último final de semana, em Melgaço, na Ilha do Marajó, a operação "Deu Bode", com o objetivo de cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão em locais apontados como pontos de tráfico de drogas, no município. Foram presos em flagrante, durante a operação, Jhonatas Garcia Soares, Lissandro Moraes da Gama e Antonio Reinaldo Montoril Júnior.


Segundo o delegado Geraldo Pimenta, titular em exercício da Superintendência da Regão do Marajó Ocidental, com os presos foram apreendidas uma espingarda caseira, um celular, um rolo de linha, 37 porções de maconha, 1 porção de barrilha e mil reais em dinheiro da venda de drogas. Eles foram encaminhados para a Delegacia do município e estão recolhidos à disposição da Justiça.

POLÍCIA CIVIL COMBATE DESMATAMENTO ILEGAL DURANTE OPERAÇÃO ESTACA ZERO EM TOMÉ-AÇU E ACARÁ

A Polícia Civil, por meio da Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA), participou de quatro operações de combate ao desmatamento ilegal no Estado, no segundo semestre deste ano. Na mais recente operação, denominada "Estaca Zero", realizada entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, por policiais civis da DEMA e peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Tomé-Açu e Acará, nordeste do Estado, ao todo, sete pessoas foram autuadas por crimes ambientais. Segundo o titular da DEMA, delegado Luis Xavier, a operação visou combater a retirada irregular de madeira na região. 


No total, foram apreendidos 1,7 mil estacas de acapu; 46 mourões; três caminhões; três tratores e duas motosserras que eram usados no desmatamento e extração ilegal de madeira. "Toda madeira apreendida foi doada às instituições religiosas da região ", explicou o delegado. As sete pessoas autuadas irão responder com base na Lei de Crimes Ambientais (número 9.605/98), nos crimes previstos no artigo 39, por cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente, sem permissão da autoridade competente; artigo 46, por receber ou adquirir, para fins comerciais ou industriais, madeira, lenha, carvão e outros produtos de origem vegetal, sem exigir licença do vendedor, outorgada pela autoridade competente, e sem munir-se da via que deverá acompanhar o produto até final beneficiamento, e artigo 51, por comercializar motosserra ou utilizá-la em florestas e nas demais formas de vegetação, sem licença ou registro da autoridade competente. 

Operação Estaca Zero

Estiveram em atuação na operação o delegado Vicente Costa, os investigadores Aroldo Souza, Antonio Monteiro, Marcelo Tobias e Lourival Silva, e escrivão Aroldo Souza. Em novembro deste ano, a DEMA atuou em outra operação de combate ao desmatamento ilegal nos municípios de Dom Eliseu e Ulianópolis, no nordeste paraense, onde foram apreendidas 153 toras de madeiras, além de cinco caminhões, dois tratores e uma motosserra. A ação foi uma parceria entre a Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA), Secretaria de Meio-Ambiente e Sustentabilidade do Estado (SEMAS) e Batalhão de Polícia Ambiental da PM do Pará.

POLICIAIS CIVIS DA SECCIONAL DA CREMAÇÃO ENTREGAM DOAÇÕES A IDOSAS ATENDIDAS EM ABRIGO EM BELÉM

Uma iniciativa de servidores da Seccional Urbana da Cremação, levou mais alegria às idosas atendidas no Abrigo São Vicente de Paulo, entidade localizada no bairro da Pedreira, em Belém. No total, foram doados 30 kits com produtos de higiene pessoal, nesta segunda-feira, 12, a cada uma das senhoras abrigadas no local, como forma de ajudar nos trabalhos desenvolvidos pela entidade. A entrega dos produtos foi realizada pelo diretor da Seccional, delegado Aldo Botelho, que esteve na sede do Abrigo. Ele explica que foram arrecadados produtos como toalhas, perfumes, batons, escova de cabelo, creme dental, papel higiênico, fraldas geriátricas, entre outros objetos.

Idosas atendidas no Abrigo e delegado Aldo Botelho

Vinculado à Associação Internacional de Caridade, o Abrigo São Vicente de Paulo foi fundado em 1938 pelo Padre Frederico da Paróquia de São Raimundo Nonato, no bairro do Telégrafo, em Belém. No início, a instituição era uma casa destinada a ajudar idosas carentes com alimentos e remédios. Depois, o local foi transformado em abrigo, onde as idosas passaram a morar, Com o tempo, o terreno foi ampliado para atender a demanda.

Delegado Aldo Botelho entrega doações a idosa

O Abrigo é uma entidade totalmente filantrópica, que sobrevive de mensalidades pagas pelas próprias idosas atendidas, além de contribuições, bazares de pechincha, bingos, rifas e doações do público em geral. O abrigo tem capacidade para acomodar 38 senhoras e conta com 12 quartos individuais e sete quartos coletivos com quatro camas em cada um. Atualmente, o Abrigo acolhe 30 senhoras idosas.

Diariamente, o local precisa de gêneros alimentícios, como leite em pó integral, massas para mingau, café e açúcar, e produtos como ataduras, esparadrapo, luvas de procedimento, fraldas geriátricas de tamanhos M, G e EX, além de material de limpeza como sabão em pó, sabão em barra, água sanitária, detergente e desinfetante.

SERVIÇO O Abrigo funciona na Travessa Mauriti, nº 1.061, entre Avenidas Marquês de Herval e Visconde de Inhaúma, na Pedreira, em Belém. Contatos pelo fone (91) 3226-4984.