quinta-feira, 24 de novembro de 2016

OPERAÇÃO POLICIAL JÁ RESULTOU NA DESTRUIÇÃO DE 16 PLANTAÇÕES DE MACONHA NO NORDESTE PARAENSE

A operação "Tapera", do Sistema Estadual de Segurança Pública, já resultou na destruição de 16 plantações de maconha, no nordeste do Pará, na divisa com o Maranhão. Iniciada na última segunda-feira, a ação policial envolve mais de 30 agentes de Segurança Pública, entre policiais civis e militares, peritos criminais e equipes do Grupamento Aéreo com uso de helicópteros para sobrevoar a região e localizar as roças da droga no meio da mata. A operação é acompanhada pessoalmente pelo delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, e pelo diretor de Polícia do Interior, delegado João Bosco Rodrigues.

OPERAÇÃO
Segundo o delegado João Bosco, as áreas onde foram encontradas as plantações de maconha margeiam o rio Gurupi. "Operamos em conjunto com o Grupamento Aéreo do Maranhão que também estava fazendo o mesmo trabalho no lado maranhense", explica. Conforme ele, a meta da operação é erradicar o cultivo da erva na região e dar prosseguimento à operação em outras áreas do interior do Pará.

Helicópteros no apoio
HELICÓPTEROS NO APOIO
Apenas em dois dias, a operação policial levou à localização e destruição de dez plantações de maconha e na apreensão de 1,5 mil pés da erva, além de 500 mudas, 5 quilos de sementes e porções de maconha beneficiada. Até o momento, não foram realizadas as prisões. Foram encontrados nos terrenos onde a droga era cultivada materiais usados no plantio, como baldes, galões para transporte de combustível, motor do tipo motobomba, uma prensa e barracas de lonas plásticas montadas nas plantações. Foram apreendidas ainda armas de fabricação caseira usadas em armadilhas no meio da mata.
Delegado-geral acompanha operação
DELEGADO-GERAL ACOMPANHA OPERAÇÃO
A operação conta com policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e das Superintendências da Polícia Civil nas Regiões Integradas de Segurança Pública Guamá (3ª RISP) e Caeté (6ª RISP); policiais militares do Comando de Operações Especiais (CME); peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e duas equipes do Grupamento Aéreo da Segurança Pública do Pará, sob coordenação do delegado Hennison Jacob, diretor da Denarc. A operação conta com apoio da Secretaria de Segurança Pública, da Delegacia-Geral da Polícia Civil, Comando-Geral da Polícia Militar e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.