quarta-feira, 19 de outubro de 2016

POLÍCIA CIVIL INVESTIGA INCÊNDIO EM ACAMPAMENTOS NA GLEBA BACAJÁ EM ANAPU

A Polícia Civil investiga as circunstâncias do ataque a dois acampamentos às margens dos lotes 44 e 46, da Gleba Bacajá, em Anapu, sudoeste paraense, ocorrido na madrugada desta quarta-feira, 19, quando diversos barracos de acampados foram incendiados. A equipe policial da Delegacia de Anapu, sob coordenação do delegado Elcio de Deus, já investiga o crime e não descarta qualquer hipótese de motivação do crime. 


Uma equipe da Delegacia de Conflitos Agrários de Marabá será deslocada para a região nesta quinta-feira, 20, para atuar nas investigações. Informações preliminares repassadas por acampados à Delegacia de Anapu dão conta que os fatos se passaram por volta de meia-noite. 

Segundo Márcio Rodrigues dos Reis, um dos líderes do movimento que visa a reforma agrária na região, a maioria dos barracos, situados às margens dos lotes 44 (fazenda Santa Maria) e 46 (fazenda Santa Luzia), foi alvo de incêndio por homens vestidos de roupas pretas e encapuzados. 

Ainda, segundo ele, os moradores perderam mais de 70% dos pertences. Uma pessoa ficou ferida com queimaduras em uma das mãos sem gravidade. Atualmente, cerca de 80 famílias vivem nos dois acampamentos.

OPERAÇÃO RESULTA NA PRISÃO DE ENVOLVIDOS EM COMÉRCIO ILEGAL DE MADEIRA EM NOVO REPARTIMENTO

As Polícias Civil e Militar de Novo Repartimento, sudeste do Pará, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio-Ambiente e Sustentabilidade (Semas), deflagraram, na última segunda feira, dia 17, a operação "Timber" com o objetivo de reprimir o comércio ilegal de produtos florestais. Segundo o delegado Artur Nobre, titular da Delegacia do município, durante a operação três pessoas foram presas e 40 metros cúbicos de madeira, tipo "Angelim", foram apreendidos. Os acusados são Ademário Francisco dos Santos; Edson Assis Almeida e Silvano Furtado Moraes. 



Além da madeira, a operação resultou na apreensão de uma carreta que era utilizada no transporte da madeira. As investigações apontaram que a Guia Florestal usada para tentar legalizar o trasporte da madeira apresentava dados de outro empreendimento e era usada para ocultar a origem ilegal dos produtos florestais. 

A operação foi comandada pelo delegado Artur Nobre e contou com o apoio dos policiais civis Sidney, Rogério e Valdir; e dos policiais militares Washington, Robson e Rômulo. O delegado explica que a madeira e a carreta apreendidas foram encaminhadas para a sede da Semas, em Belém. Já os presos, detalha o policial civil, irão responder pelos crimes de lavagem de bens, falsificação de documento público, transporte ilegal de produto florestal e associação criminosa. Eles estão recolhidos à disposição da justiça.