terça-feira, 11 de outubro de 2016

POLÍCIA CIVIL PROMOVE DISTRIBUIÇÃO DE BRINQUEDOS EM HOMENAGEM AO DIA DAS CRIANÇAS EM NOVO REPARTIMENTO

A Polícia Civil promoveu um dia de alegria voltado às crianças de comunidades carentes do município de Novo Repartimento, no sudeste paraense. Coordenada pela equipe do delegado Arthur Nobre, a corporação policial celebrou o dia das crianças, nesta terça-feira, 11, em meio a um clima de solidariedade. 


Diversos brinquedos foram distribuídos a um grupo de crianças do município. A entrega dos presentes foi realizada na sede da Delegacia da Polícia Civil. Toda a equipe policial se mobilizou para festejar junto aos pequeninos moradores do município a chegada do dia das crianças. 

Bolas e bonecas, entre outros brinquedos, fizeram a festa da criançada que retornou feliz às suas comunidades. 

Essa foi mais uma ação voltada ao bem da sociedade desenvolvida pela equipe coordenada pelo delegado Arthur Nobre, da mesma forma que sempre desenvolveu nos municípios por onde o policial civil passou, como Juruti e Goianésia do Pará.

POLÍCIA CIVIL APREENDE FONTES SONORAS DURANTE OPERAÇÃO HARPÓCRATES EM BELÉM

A Polícia Civil divulgou, nesta terça-feira, 11, os resultados da operação Harpócrates, deflagrada no último final de semana, para combater a poluição sonora, em bairros de Belém. A ação policial foi coordenada pela Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA). Ao todo, foram lavrados 21 procedimentos policiais já remetidos ao Poder Judiciário do Estado. Diversas fontes sonoras e máscaras de som automotivo foram apreendidas durante a operação realizada nos bairros da Pedreira e Marco, e no distrito de Icoaraci, na capital paraense.

Os proprietários das fontes sonoras foram autuados com base no artigo 54, da Lei de Crimes Ambientais, por poluição sonora. Segundo o delegado Luís Xavier, diretor da DEMA, no total, 14 policiais civis - 11 investigadores e três peritos - participaram da operação que atendeu diretrizes da Secretaria de Estado de Segurança Pública no combate aos crimes de poluição sonora e perturbação do sossego alheio.

PRESO GOLPISTA ACUSADO DE SE PASSAR POR LÍDER SEM-TERRA PARA APLICAR GOLPE EM PECUARISTAS DO SUL DO PARÁ

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira, 11, em cumprimento de mandado de prisão preventiva, Geraldo Pereira Cardoso, conhecido por Geraldinho, acusado de se passar por liderança de sem-terras para praticar extorsão contra fazendeiros da região Sul do Pará. A prisão foi realizada por policiais civis da Delegacia de Conflitos Agrários de Redenção (Deca) e da Superintendência da Região do Araguaia Paraense, em Tucumã, sudeste paraense. Geraldo é acusado de praticar o chamado golpe da "indústria da terra" em que manipulava trabalhadores rurais para convencê-los a invadir fazendas e depois passava a exigir dinheiro dos donos das terras para desocupar as áreas. Ele teve a ordem de prisão decretada pela Justiça por solicitação do delegado Valdivino Miranda, titular da Deca de Redenção, e Antonio Miranda Neto, titular da Superintendência. 

APREENSÕES
PRESO
A prisão foi realizada durante a operação denominada "Terra Prometida". Ao ser preso, o acusado foi flagrado com uma espingarda de calibre 16 e um colete balístico da Polícia Militar do Pará. As investigações mostram que o acusado pretendia se deslocar para a região de Altamira, no sudoeste paraense, para invadir terras e também extorquir pecuaristas. De acordo com o delegado Antonio Miranda, o preso é investigado por praticar os crimes de estelionato, associação criminosa armada e falsidade ideológica contra pecuaristas do sul do Pará. Ele é acusado de organizar pessoas para invadir posses ou propriedades rurais na região do Xingu no Pará. 

Após ocupar as áreas, ele passava a fazer pressões psicológicas contra os donos das propriedades a negociarem a saída dos invasores mediante pagamento em dinheiro. Há casos em que os fazendeiros chegaram a fazer negociação da venda da terra para pessoas interessadas em adquiri-las como forma de se livrar da terra e repassar a negociação de saída dos invasores da área para o novo dono. 

No caso mais recente, explica o delegado, o acusado e outros envolvidos negociaram com fazendeiros que haviam recentemente adquirido uma área o recebimento de quantia superior a R$ 2 milhões. "Esses valores seriam repassados aos demais acampados como forma de indenização pelos gastos que tiveram no local enquanto permaneceram na área", explica. O valor foi pago, porém Geraldo e os comparsas se apropriaram de maior parte do dinheiro. No início deste ano, o acusado chegou a viajar em passeio para a França graças aos valores adquiridos no esquema criminoso. A área estava em processo de negociação entre o Instituto de Terras do Pará (Iterpa), Incra, Ouvidoria Agrária Nacional, antigos fazendeiros, ocupantes e outros órgãos, visando a implantação de um projeto de assentamento. O preso vai permanecer recolhido à disposição da Justiça.