sexta-feira, 2 de setembro de 2016

OPERAÇÃO DESARTICULA PONTOS DE TRÁFICO DE DROGAS EM VIGIA DE NAZARÉ

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira, 2, a operação "Vigilância-Paiol" com objetivo de desarticular pontos de prática de tráfico de drogas no município de Vigia de Nazaré, nordeste do Estado. Ao todo, 61 policiais civis da Superintendência da 3ª Região Integrada de Segurança Pública do Guamá (3ª RISP), com sede em Castanhal, estiveram em atuação na ação policial que deu cumprimento a 19 mandados de busca e apreensão. O delegado Temmer Khayat, titular da Superintendência, explica que a operação resultou de investigações coordenadas pelo titular da Unidade Integrada Pro Paz de Vigia de Nazaré, delegado João Amorim, que solicitou as ordens judiciais ao Poder Judiciário. 

Apreensões
APREENSÕES
A investigação contou com um levantamento sobre pontos de venda de drogas ilegais no município. Para colocar em prática a operação, as equipes das Delegacias dos municípios vinculados à 3ª RISP deslocaram-se até Vigia de Nazaré para dar cumprimento aos mandados de busca e apreensão. Durante a operação, três realizadas três prisões em flagrante por tráfico de drogas e um por posse ilegal de arma de fogo. Na casa do casal Antonio Maique Miranda Melo e Samilly Silva Maciel, a equipe de policiais civis apreendeu um revólver calibre 38 com cinco munições, além de mais cinco munições de calibre 32, cinco petecas de pó de cocaína e R$ 1.278 em dinheiro. 

DROGAS APREENDIDAS
ARMA E MUNIÇÃO APREENDIDAS
PRESOS
Em outra residência, onde mora o casal Geanne de Cássia Pereira Santa Brígida e Danielson Sena Pereira, os policiais apreenderam uma pedra de "óxi" de cocaína pronta para comercialização. Ainda, durante a ação policial, os policiais fizeram uma busca na casa de Lucenilde Silva Santos, onde foi apreendido um pote com cerca de 100 petecas de maconha prensada. Conforme o delegado, além dos flagrantes, a operação rendeu instaurações de inquéritos por portaria por causa da grande quantidade de material entorpecente encontrado dentro de casas desocupadas. 

Só em uma das casas desocupadas, os policiais apreenderam 16 pacotes de um quilo de barrilha, produto usado na mistura com a pasta de cocaína; além de quatro sacos de pasta base de cocaína e sete pacotes de maconha prensada. Os presos foram conduzidos para a UIPP de Vigia de Nazaré, onde foram lavradas as prisões em flagrante. O material apreendido também foi apresentado na Unidade Policial para os procedimentos legais. 

POLÍCIA CIVIL PRENDE ACUSADO DE MATAR COBRADORA DURANTE ASSALTO EM ANANINDEUA

A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira, 2, o mandado de prisão preventiva de Welton Lima de Sousa, de apelido "Kiko", acusado de envolvimento no latrocínio - roubo seguido de morte - durante assalto, em 1º de janeiro do ano passado, a um micro-ônibus que fazia linha no conjunto Júlia Seffer, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Na ocasião, a cobradora Katilce Vieira dos Santos, 23 anos, foi morta com um tiro na cabeça ao se recusar a entregar um telefone celular. Welton está internado no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), em Ananindeua, após ter dado entada na unidade hospitalizar. 

PRESO VAI RESPONDER POR LATROCÍNIO
O preso vai permanecer internado no HMUE à disposição da Justiça sob vigilância policial, até receber alta médica para ser transferido a uma casa penal. Ele deu entrada no hospital após ter sido alvejado ontem com um tiro na região glútea, ontem, no distrito de Benfica, em Benevides, na Grande Belém, após ter supostamente se desentendido no momento em que comprava drogas de um traficante da localidade. Segundo o delegado Renato Wanghon, titular da Divisão de Homicídios, ao dar entrada no HMUE, "Kiko" usou um nome falso, na tentativa de não ser identificado. Ele está na condição de foragido da Justiça pela autoria do latrocínio, cujo inquérito foi instaurado na época pela delegada Leila Freire, da Delegacia do Júlia Seffer. 

No dia seguinte ao latrocínio, um adolescente de 17 anos foi apreendido em Ananindeua, após ser reconhecido como um dos dois assaltantes envolvidos no crime. Na época, ele foi conduzido para a Divisão de Atendimento ao Adolescente (DATA), para lavratura do procedimento policial e depois foi apresentado ao Ministério Público do Estado, que fez a denúncia do acusado. Em seguida, o adolescente teve a internação provisória pelo período de 45 dias (tempo de instrução do processo judicial) determinada pela Justiça. O outro envolvido no crime foi identificado como Welton Lima de Sousa, de apelido "Kiko", que teve mandado de prisão decretado e estava foragido desde a época do crime. Segundo o delegado Wanghon, "Kiko" teria fugido para o interior do município de Ourém, nordeste paraense. Welton Sousa também responde a outro processo criminal por ter cometido um homicídio, em 2012, no bairro do Aurá, em Ananindeua.

POLÍCIA CIVIL PRENDE FORAGIDO DO ACRE DURANTE OPERAÇÃO EM TUCUMÃ NO PARÁ

A Polícia Civil do Pará esteve em atuação, por meio da Delegacia de Tucumã, sudeste do Pará, nesta quinta-feira, 1º, durante a Operação Sintonia, coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública do Acre. Em Tucumã, foi preso pela equipe comandada pelo delegado William Crispim, o foragido da Justiça de Rio Branco (AC), Rogério de Souza Ferreira, pelos crimes de tráfico de drogas, homicídio e estupro naquele Estado. Ele é apontado como integrante de uma organização criminosa envolvida em crimes como roubos, tráfico de drogas, associação ao tráfico e homicídios.

OBJETOS APREENDIDOS NA OPERAÇÃO
Ele foi preso em sua atual residência, na cidade paraense. O preso deve ser transferido, neste final de semana, para um presídio em Marabá, no Pará. O delegado Crispim explica que, no Pará, o único alvo da operação foi Rogério Ferreira, pois ele atualmente tem residência em Tucumã. Ainda, conforme o policial civil, o preso vai permanecer recolhido em Marabá até ser recambiado ao Acre por policiais civis desse Estado. 

A operação Sintonia foi deflagrada, de forma simultânea, nos Estados do Acre, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Pará, nesta quinta-feira, dia 1º, como resultado de investigação realizada pela Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Decco), em parceria com o Ministério Público acriano. Ao todo, segundo informações da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Acre, a investigação que resultou na operação durou mais de um ano e foi intensificada nos últimos três meses. Nesse período, ao todo, 132 pessoas foram presas, a maioria no Acre. 

O Estado empregou, no total, 200 policiais, entre delegados, escrivães e agentes de polícia, que executaram 169 medidas judiciais para desarticular a organização criminosa. Durante a operação, foram apreendidos veículos, motocicletas, computadores, câmeras de videomonitoramento, armas de uso restrito, munição, cocaína, maconha, material para embalagem do produto, balança de precisão e farta quantia em dinheiro.