terça-feira, 19 de julho de 2016

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR PRENDEM GRUPO ACUSADO DE ENVOLVIMENTO EM ROUBOS A COLETIVOS EM BARCARENA

As Polícias Civil e Militar prenderam, nesta terça-feira, 19, durante operação conjunta, em Barcarena, nordeste paraense, integrantes de uma associação criminosa envolvida em roubos a ônibus na região. Os presos são Yuri Menezes Gonçalves, Max Gomes do Nascimento, Wallace Farias Soares, Eliel Dias da Silva, Lireke Igreja Costa e Jhully Endres Soares. Durante a operação, diversos objetos ilegais, como armas de fogo, munição e produtos de roubo, foram apreendidos em poder dos acusados. 



Todos foram conduzidos para a Delegacia de Barcarena, onde foram lavrados os procedimentos flagranciais. De acordo com o delegado Luiz Siqueira, titular da Polícia Civil no município, a prisão do grupo foi resultado de investigações que resultaram na identificação dos envolvidos e do local utilizado para guardar produtos de roubo. Diante das informações, os policiais montaram a operação policial para fazer uma abordagem no local, onde efetuaram o flagrante. Os acusados permanecem presos à disposição da Justiça.

OCORRÊNCIAS DE FALSIFICAÇÃO E ESTELIONATO CAEM QUASE 28% NO PRIMEIRO SEMESTRE DESTE ANO

Um levantamento feito pela Delegacia de Ordem Administrativa (DOA), vinculada à Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE) da Polícia Civil, apontou que as ocorrências de crimes de falsificação de documentos e estelionato caíram quase 30% no primeiro semestre de 2016. De acordo com os dados, os registros de crimes dessa natureza somaram 432 no mesmo período do ano passado, enquanto que de janeiro a junho deste ano corresponderam a 313 casos, o que representa uma queda de 27,5%, com uma média de duas ocorrências registradas por dia. Os inquéritos instaurados no primeiro semestre deste ano também reduziram, cerca de 32%, na comparação com o mesmo período de 2015. De acordo com a DIOE, de janeiro a junho deste ano, foram apurados 41 casos, contra 60 no ano passado. 


Para o delegado Neyvaldo Silva, diretor da DIOE, esse avanço se deve à ampla divulgação deste tipo de crime na mídia e também aos alertas que são repassados com frequência à população. “As pessoas estão mais atentas. Os resultados positivos obtidos com o trabalho da polícia também acabam inibindo esses atos”, acredita. Ainda de acordo com o delegado, os idosos continuam sendo os principais alvos dos criminosos. Muitas vezes, as quadrilhas se aproveitam da fragilidade e da falta de atenção destas pessoas para falsificar documentos pessoais e conseguir empréstimos em nome das vítimas. Logo que se aposentou, seis anos atrás, o técnico em telecomunicações J.C.S.R (que preferiu ter a identidade preservada), de 59 anos, foi vítima de um crime de falsificação e estelionato. 

Os criminosos tiveram acesso aos seus dados pessoais e produziram uma carteira de identidade falsa. Em seguida, passaram a fazer compras em várias lojas da cidade, abriram contas em operadoras de telefonia móvel e até pediram empréstimo bancário. Ele só percebeu que havia sido vítima de um golpe quando as cobranças começaram a chegar. Imediatamente, J.C.S.R foi à delegacia e prestou queixa. “As investigações apontaram para um homem, por volta dos 47 anos, de cor branca, gordo, careca e que à época morava no bairro da Marambaia”, relembra. “A prática de falsificação é um crime meio, ou seja, ele serve para que o criminoso consiga chegar a um objetivo final que, geralmente, é o estelionato, que consiste em tirar vantagem indevida por meio de fraudes”, explica o delegado. 

DIOE
DIOE
Vários tipos de documentos podem ser falsificados, entre eles a carteira de identidade, o Cadastro de Pessoa Física (CPF), a carteira de trabalho, certidão de nascimento, documentação de veículo e até a autenticação de pagamentos. Entre os casos mais recentes que estão sob investigação da DIOE está o de um empresário que recebeu um Certificado de Registro de Veículo (CRV) falso. Ao comprar o automóvel e ter acesso ao documento, ele desconfiou e procurou a polícia. “Abrimos inquérito para investigar. Mandamos o CRV para ser periciado pelo Centro de Perícias Renato Chaves. O resultado acabou de chegar e comprovou a falsificação”, ressalta Neyvaldo. O CPC atua em parceria com a Polícia Civil na resolução destes crimes. 

Todos os documentos que chegam com suspeita de fraude são encaminhados para o Núcleo de Documentoscopia Forense, responsável por periciar documentos - escritos, instrumentos ou papéis, públicos ou particulares - para verificar sua autenticidade e determinar a autoria. Os profissionais do Núcleo também examinam objetos falsificados, verificando as marcas comerciais e patentes. Esse trabalho corresponde a 30% das perícias realizadas no setor. O Código Penal Brasileiro prevê pena de dois a seis anos de reclusão para quem for condenado por falsificação de documentos públicos, e de um a cinco anos para condenação por falsificação de documentos particulares. Quem for pego usando os documentos falsificados também poderá cumprir reclusão nos mesmos prazos e especificações acima. Já no caso de crime de estelionato, o autor poderá cumprir de um a cinco anos de prisão. 

Delegado Neyvaldo Silva
DELEGADO NEYVALDO SILVA
CUIDADOS Mesmo com a redução dos casos, a Polícia Civil mantém o alerta à população. O delegado Neyvaldo destaca a importância de se fazer o boletim de ocorrência sempre que um documento for perdido ou extraviado. “Desta forma, o cidadão estará respaldado de eventuais problemas”, diz. Outra orientação reforçada é quanto a suspeitas sobre a licitude de algum negócio, prestador de serviço ou conduta de alguém. Nesses casos, a recomendação é para que a pessoa que se sentir lesada procure uma unidade policial e preste queixa. É importante também nunca deixar idosos desacompanhados, principalmente quando precisarem resolver problemas em bancos ou cartórios. O indicado é sempre ter alguém de confiança ao lado, para orientá-los. “Com os recursos tecnológicos existentes hoje os crimes de falsificação e estelionato tendem a aumentar. Por isso é preciso ter muito cuidado ao fornecer dados pessoais em sites e lojas. A pessoa deve pesquisar sobre a empresa ou pessoa com quem está articulando o negócio. A internet, se bem utilizada, pode ser uma ferramenta útil para avaliar se o investimento é bom ou não. Todo cuidado é pouco, pois não é muito fácil identificar uma fraude documental a olho nu, portanto procure sempre a polícia ao desconfiar”, alerta o delegado. Fonte Agência Pará de Notícias.

POLICIAIS CIVIS RECEBEM HOMENAGENS EM FORMA DE ORAÇÕES NAS IGREJAS UNIVERSAIS EM TODO ESTADO

As Polícias Civil e Militar do Pará tiveram um dia de consagração de proteção e livramento, no domingo, 17, em todas as Igrejas Universal do Reino de Deus, no Estado. A homenagem, em forma de oração, teve por objetivo orar por todos os agentes que integram o Sistema de Segurança Pública do Pará, para abençoar esses profissionais e o trabalho desenvolvido em prol da sociedade.

Agentes de Segurança Pública em Soure
SERVIDORES DA SEGURANÇA PÚBLICA EM SOURE
Foi assim nos templos da IURD onde os policiais se uniram em rede de orações nas regiões do Estado, como forma de evocar a proteção de Deus. Em Soure, na ilha do Marajó, por exemplo, os policiais civis que atuam na Região Integrada do Marajó Oriental se reuniram para receber as homenagens no culto realizado na Igreja Universal do Reino de Deus da cidade. 

O culto teve início às 8 horas e contou com as presenças da delegada Thiciane Maia, os investigadores Davison Silva, escrivães Luciana Almeida e Cleice Rodrigues, e agente penitenciário Américo.

POLÍCIA CIVIL COMBATE CRIMES CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM BRAGANÇA

A Polícia Civil está intensificando o combate aos crimes sexuais contra crianças e adolescentes, em Bragança, no nordeste paraense. O combate aos abusos sexuais contra crianças e adolescentes conta com a articulação que envolve a rede de proteção integrada para enfrentamento à violência sexual, composta de integrantes das Polícias, hospitais, centros de Assistência Social, escolas e a sociedade civil organizada. 

UNIDADE INTEGRADA DE BRAGANÇA
Graças a esse trabalho, é possível identificar crimes e investigar para punir os responsáveis. No último dia 13, foi preso em cumprimento de mandado de prisão preventiva Antonio Maria de Sousa Costa, acusado de estupro de vulnerável. O crime foi cometido em 2013. Desde então, o acusado estava foragido. A vítima foi uma menina de nove anos na época. Conforme o delegado Marcelo Mendes, da Unidade Integrada Pro Paz de Bragança, a prisão foi realizada após cerco da equipe policial em uma das casas utilizadas pelo acusado como esconderijo no município. O trabalho envolveu a equipe da UIPP de Bragança formada pelos investigadores Gerson Mescouto e Geraldo, e escrivão Bruno Thiago. O preso já está recolhido à disposição da Justiça.