quinta-feira, 7 de novembro de 2013

BANDIDOS QUE MATARAM ESPOSA DE POLICIAL MILITAR JÁ RESPONDIAM A PROCESSO CRIMINAL POR CRIME DE ROUBO

Dois dos três bandidos que mataram a sindicalista Feliciana Mota e balearam o marido dela, o sargento da Polícia Militar, Antônio Hélio Borges, eram foragidos do presídio agrícola "Heleno Fragoso", para presos em sistema de prisão semi-aberta. Eles já respondiam processo criminal por roubo. Trata-se dos irmãos Jamisson Ferreira dos Santos, 25 anos, e Davisson Corrêa Ferreira, 19. O outro preso é Rodrigo Silva Souza, 20, identificado como o autor dos disparos que mataram Feliciana. Os três estão presos e vão responder por formação de quadrilha, assalto a mão armada, homicídio, tentativa de homicídio e cárcere privado. Um quarto suspeito de ter envolvimento no crime está sendo ouvido em depoimento na sede da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, no bairro de São Braz, em Belém.

BANDIDOS PRESOS
O sargento foi operado no hospital do Pronto Socorro Municipal do Guamá, e depois foi transferido para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua. Ele foi baleado com três tiros. A esposa dele morreu no local do crime ocorrido durante perseguição aos três bandidos que tinham acabado de roubar uma loja de departamentos, no centro comercial de Belém. O policial militar teria jogado o carro para cima dos assaltantes, que estavam de moto, no momento da fuga. Eles caíram na pista de asfalto, na Avenida Portugal, perto da Rua Manoel Barata, porém se levantaram e passaram a atirar no veículo em que estava o casal.

CASAL VÍTIMA
Depois de atirar nas vítimas, os bandidos fugiram a pé, sendo perseguidos por policiais militares guardas municipais. Os bandidos invadiram uma outra loja, na Avenida 15 de Novembro, ainda no centro comercial de Belém, onde fizeram clientes e funcionários reféns. Após mais de uma hora de negociação, em que exigiram coletes à prova de balas e a presença da imprensa, os bandidos se entregaram e foram levados para a Divisão de Homicídios. No PSM do Guamá, o policial militar passou por procedimento que fechou as perfurações provocadas pelas balas que atravessaram o corpo da vítima. Duas balas atravessaram o corpo e a outra continua alojada, e só será retirada após uma segunda cirurgia, já no Hospital Metropolitano. O estado de saúde dele é estável.

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