sábado, 10 de dezembro de 2016

PRESOS ACUSADOS DE ARROMBAR AGÊNCIA BANCÁRIA EM PACAJÁ NO PARÁ

A Polícia Civil divulgou, neste sábado, 10, os resultados da operação policial deflagrada, ao longo da semana, para dar cumprimento aos mandados de prisão decretados pela Justiça contra cinco acusados, entre eles, quatro policiais militares, por envolvimento no furto com arrombamento da agência do Banco da Amazônia, em Pacajá, sudeste do Pará. O crime se registrou em 11 de abril de 2015, quando um maçarico foi usado para arrombar o cofre do banco e saquear elevada quantia em dinheiro. Durante as investigações, o delegado Marco Meira Mayer, titular da Delegacia de Pacajá, com apoio da Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e Diretoria de Polícia Especializada (DPE), da Polícia Civil, conseguiu levantar provas para requisitar as prisões dos acusados ao Poder Judiciário. 

Cidade de Pacajá
CIDADE DE PACAJÁ
Segundo o delegado, um dos presos, Oziel Lima Vieira, foi preso no município de São Domingos do Araguaia, numa ação conjunta da Superintendência Regional do Lago de Tucuruí e Delegacia de Polícia local, com apoio da Diretoria de Polícia do Interior. Após o arrombamento e furto no banco, o preso fugiu da cidade de Pacajá para tentar dificultar as investigações. Ainda, durante a operação, foi dado cumprimento aos mandados de prisão preventiva contra dois policiais militares, que já estavam recolhidos no Presídio “Coronel Anastácio das Neves”, no Complexo Penitenciário de Santa Isabel do Pará. Um deles foi preso em flagrante por envolvimento em tentativa de assalto uma agência bancária, em Jacundá, em julho deste ano. 

O outro acusado foi preso em março deste ano por envolvimento em assalto a banco, na cidade de Moju, nordeste paraense. Outro policial militar foi preso enquanto viajava em um ônibus intermunicipal, pela Rodovia PA 150, em Moju. A prisão foi realizada por agentes da Polícia Rodoviária Estadual e Divisão de Crimes Funcionais (Dcrif) da Corregedoria. O outro acusado apresentou-se na Dcrif, em Belém, ao tomar conhecimento do mandado de prisão. 

Os militares estão recolhidos no Presídio “Coronel Anastácio das Neves” à disposição da Justiça de Pacajá, responsável em decretar os mandados de prisão. O delegado Marco Mayer destaca o apoio da Diretoria de Polícia do Interior e da Diretoria de Polícia Especializada, para o sucesso da investigação e destaca que o Sistema de Segurança Pública vem atuando de forma técnica e eficaz contra associações criminosas que praticam ações criminosas no Estado.

PRESO NO PIAUÍ ACUSADO DE MATAR PREFEITO DE GOIANÉSIA DO PARÁ

A Polícia Civil deve transferir ao Pará, nos próximos dias, o preso Benedito Peres Campelo, 55 anos, natural de Natal (RN), apontado como executor do então prefeito de Goianésia do Pará, João Gomes da Silva, que era conhecido como Russo. O crime ocorreu em 24 de janeiro deste ano, quando a vítima estava em um velório, no município paraense. 

PRESO
Benedito foi preso, nesta sexta-feira, 9, em Teresina, capital do Piauí, como resultado de um trabalho conjunto de policiais civis da Divisão de Homicídios e Serviço de Polícia Interestadual (Polinter) do Pará com apoio da Polícia Civil piauiense. 

Segundo o policial civil, o prefeito foi morto a tiros por dois criminosos. Um deles entrou no local do velório, onde estava a vítima, e efetuou os disparos. Durante as investigações, um dos envolvidos, agora preso, foi identificado. 

Benedito Campelo também usa o nome de Agnaldo Peixoto de Alencar, inclusive, ao ser preso, portava uma carteira de identidade com esse nome falso. As investigações continuam. O inquérito é presidido pelo delegado Fernando Bezerra, da Divisão de Homicídios do Pará.

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DEFLAGRAM OPERAÇÃO PARA COMBATE AO TRÁFICO DE DROGAS EM VILA DO CONDE

As Polícias Militar e Civil prenderam em flagrante, nesta sexta-feira, 9, durante operação denominada “Conde”, realizada no distrito de Vila do Conde, município de Barcarena, nordeste do Pará, cinco pessoas envolvidas em tráfico e associação para o tráfico de drogas. A ação policial foi deflagrada para cumprir mandados judiciais de busca e apreensão em seis casas identificadas como pontos de venda de drogas. 


Os presos são Alarisse Dias; Breno Corrêa da Silva; Joice Gonçalves de Souza; Kathlyn Nazaré Oliveira Albuquerque e João Wellington Sacramento da Silva. Foram apreendidos, durante as buscas nos imóveis, três tabletes de maconha prensada; 50 papelotes de maconha; 20 papelotes de pasta de cocaína; uma munição de revólver calibre 38; telefones celulares e R$ 2,9 mil em dinheiro. 


Segundo o delegado Augusto Potiguar, responsável pela operação, os mandados judiciais foram expedidos pela Justiça em decorrência de investigações realizadas na região. Participaram da operação policiais civis e militares de Vila dos Cabanos, policiais militares do Grupo Tático Operacional (GTO); duas guarnições de Vila do Conde; guarnições da 1ª e 2ª Companhias da PM e uma guarnição do Canil.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

"NATAL COM SEGURANÇA" LEVA PAPAI NOEL, MÚSICA E INTEGRAÇÃO À COMUNIDADE RIBEIRINHA DE BELÉM

Empolgados e sorridentes. Assim estavam cerca de 100 crianças, na manhã desta sexta-feira, 9, a espera do Papai Noel, no trapiche que dá acesso a Comunidade Santa Rosa, localizado na ilha das Onças, área metropolitana de Belém. A chegada de um dos símbolos natalinos foi uma das atrações da ação “Natal com Segurança”, promovida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). Além de proporcionar várias atrações à comunidade, o evento teve o objetivo de aproximar os gestores de segurança com os moradores da ilha. 


 
Estiveram presentes o secretário de Segurança, Jeannot Jansen, o secretário Adjunto da Segup, coronel Hilton Benigno, a diretora de Prevenção Social da Violência e da Criminalidade, delegada Silvia Rego, o diretor do Grupamento Fluvial de Segurança Pública, o delegado Dilermando Dantas e o assessor de Relações Interinstitucionais da Polícia Civil, Luiz Monteiro. A comitiva de segurança foi recebida pelos pais das crianças, integrantes do Conselho de Segurança da ilha das Onças e do Fórum das Ilhas. 


A entrega dos presentes foi embalada ao som do saxofonista e professor da Fundação Carlos Gomes, Harley Bichara, que tocou músicas tradicionais natalinas como “Noite Feliz”, “Natal Branco” e “Vem que tá chegando o Natal”. Durante o evento, o titular da Segup, Jeannot Jansen, conversou com as crianças moradoras da ilha das Onças. “Um dia vocês irão crescer, e também poderão de alguma forma contribuir para o bem comum da sociedade, como as ações de segurança. Por isso, os aconselho a conduzirem suas vidas no caminho dos estudos. Desejo que vocês sejam muito felizes”, enfatizou. 


O estudante, Cauã Rodrigues, 12 anos, estava na fila para receber os presentes e já pensava no que pediria para o próximo Natal. “Vou pedir material escolar. Gosto muito de estudar e quero ser médico quando crescer”, contou. Durante o lanche, os moradores da Comunidade Santa Rosa usufruíram também dos serviços de saúde e de beleza, como aferição de pressão arterial e corte de cabelo.


Moradora da ilha das Onças desde que nasceu, Camila Cruz, 25, disse que receber a comitiva de segurança é um momento de muita alegria para a comunidade, pois existe a possibilidade de conversar pessoalmente com os gestores de segurança. “É um momento muito esperado também, para as crianças. Elas ficam eufóricas já no dia anterior a chegada do evento”, contou. O “Natal com Segurança” contou também com o apoio da Prefeitura de Belém, da Associação Paraense de Motociclistas e de uma equipe do Guardião da Vida.

OPERAÇÃO RESULTA NA APREENSÃO DE MACONHA E NA PRISÃO DE ENVOLVIDOS EM CRIMES EM TOMÉ-AÇU

A Polícia Civil apreendeu drogas e prendeu em flagrante três homens por envolvimento em tráfico de drogas e violência doméstica, durante operação realizada em Tomé-Açu, nordeste paraense, nesta quarta-feira, 7. Um dos presos é Rosinaldo dos Santos Rodrigues que teve mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça por quebrar medidas protetivas em razão de processo de violência doméstica movido por sua ex-companheira. 

Segundo o delegado Alexandre Lopes, titular da Delegacia do município, o acusado ignorou a decisão judicial e teve seu mandado de prisão expedido pela Comarca Judiciária. A equipe policial de Tomé-Açu, ao receber a ordem de prisão, saiu em diligências e conseguiu prender o acusado que agora está recolhido à disposição da Justiça. 

Tablete de maconha apreendido
MACONHA APREENDIDA
Os outros dois presos são Rodrigues da Silva Mendonça e Francisco de Assis da Silva Gomes que foram presos em flagrante em ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Rodoviária Estadual na operação denominada "Boas Festas" para combater o tráfico de drogas na região. A prisão da dupla foi realizada no interior de um ônibus durante abordagem policial. Os policiais apreenderam no veículo um tablete de 300 gramas de maconha. 

Os acusados foram encaminhados para a Delegacia onde foi lavrado o flagrante. Eles estão recolhidos à disposição da justiça. O delegado Alexandre Lopes ressaltou que as operações para combater o tráfico de drogas estão programadas para serem realizadas durante todo o mês de dezembro em diferentes bairros e comunidades da zona rural de Tomé-Açu.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

POLÍCIA CIVIL PRENDE ACUSADAS DE ENVOLVIMENTO COM ASSALTANTES DE BANCO NO SUDESTE DO PARÁ

A Polícia Civil prendeu, ontem, no sudeste do Pará, duas mulheres acusadas de envolvimento com a associação criminosa responsável pelo assalto ao Banco do Brasil, em São Félix do Xingu, ocorrido no último dia 2. As prisões foram realizadas em Conceição do Araguaia e em Parauapebas. Uma das presas é a paranaense Nayana Cris da Costa Silva, 29 anos, que foi capturada em Conceição do Araguaia, na divisa do Pará com o Tocantins, no momento em que tentava fugir com parte do armamento usado no assalto. A outra acusada é a mineira Sandra Lúcia Domingues, 20 anos, presa em Parauapebas, apontada como responsável em dar apoio logístico ao grupo criminoso. 

NAYARA E SANDRA: PRESAS
Elas estão presas em Parauapebas, onde irão permanecer à disposição da Justiça. No momento da prisão de Sandra, o companheiro dela, Raimundo Nonato Inácio Valdivino, 46 anos, reagiu à prisão atitando contra os policiais e morreu na troca de tiros. Na casa, os policiais apreenderam R$ 14 mil roubados durante o assalto. A operação policial foi realizada por policiais civis da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), sob coordenação do delegado Tiago Belieny, com apoio das Superintendências da Polícia Civil de São Félix do Xingu e Redenção, e Seccional de Parauapebas. 

Armas apreendidas
ARMAS
Conforme o delegado, Nayana foi presa no interior de um ônibus interestadual que seguia para fora do Pará. Nas bagagens da presa, os policiais encontraram um fuzil AK 47, uma escopeta calibre 12, duas pistolas e dois revólveres. Um dos revólveres foi roubado do vigilante que estava de serviço no Banco do Brasil, em São Félix do Xingu, no dia do assalto. 

Dinheiro apreendido
DINHEIRO APREENDIDO
Após a prisão e interrogatório de Nayana, os policiais civis descobriram a casa, em Parauapebas, onde estavam escondidos outros envolvidos com a associação criminosa. Nesse local, durante a abordagem policial, Raimundo Nonato reagiu a tiros contra os policiais, que tiveram de se defender. O suspeito morreu na troca de tiros. A companheira dele foi presa em flagrante. Raimundo era apontado nas investigações como um dos líderes do grupo de assaltantes.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

FESTA DE "PROIBIDÃO" ERA BANCADA POR DROGAS E PRESENÇA DE MENORES EM ANANINDEUA

O Sistema Integrado de Segurança Pública do Pará realizou entre a noite de domingo, 4, e a madrugada desta segunda-feira (5), uma operação policial que encerrou uma festa regada a drogas e com presença de dezenas de adolescentes, em uma casa noturna, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Denominada de operação Recreio, nome do estabelecimento, a ação policial teve início, por volta de 19 horas, quando policiais civis e militares, e equipes do Detran, abordaram o local durante o evento. Informações eram que de que na casa de shows ocorria uma festa com cerca de 300 pessoas para comemorar 27 anos da Torcida Organizada Remoçada (TOR), que foi extinta há nove anos por ordem da Justiça. No local, ocorria a apresentação de um DJ que tocava "proibidão", um tipo de funk com letras que fazem apologia ao crime. 

POLÍCIA ENCERRA FESTA
Ainda, na festa, foram encontrados membros com faixas de torcidas de times de futebol de fora do Pará. Durante revista dentro do local, os policiais encontraram diversas porções de pasta de cocaína jogadas no interior da casa de shows. Todos no local foram revistados e tiveram as identidades solicitadas e checadas. Wellington Duarte do Espírito Santo, que vendia bombons na casa de shows, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Com ele, foram encontradas 28 petecas de pasta de cocaína e um revólver calibre 38. No lado de fora do local, equipes do Detran apreenderam diversas motos com irregularidades. Outras duas pessoas foram presas em flagrante. Uma delas - Marcelo Sousa de Oliveira - conduzia uma moto sob influência de bebida alcoólica e, assim, foi autuada por crime de alcoolemia. Como cabe fiança, conforme previsto em lei, ele pagou o valor de R$ 907,23 e vai responder pelo crime de trânsito em liberdade. 

Pasta de cocaína apreendida
DROGAS APREENDIDAS
Motos apreendidas pelo Detran
VEÍCULOS APREENDIDOS
A outra pessoa (Fábio Tavares Amoedo) ofereceu R$ 100 a um agente do Detran para não ser apresentado na Delegacia por estar sem carteira de habilitação e foi autuado por crime de corrupção ativa e por infração de trânsito. Ao todo, mais de 150 pessoas sem documentação foram conduzidas para a Unidade Integrada Propaz do Distrito Industrial, em Ananindeua, para averiguação. Do total, 62 eram adolescentes. Três deles eram menores em conflito com a lei. Um deles é fugitivo do Centro de Internação do Adolescente Masculino (CIAM), em Belém, e outros dois são fugitivos do município de Castanhal. Os demais foram conduzidos ao Conselho Tutelar de Ananindeua para serem entregues aos pais ou responsáveis. O promotor da festa vai responder por crime de desobediência à ordem judicial e poderá ter licença de funcionamento cassada pela Divisão de Polícia Administrativa (DPA), da Polícia Civil, por causa da presença de menores em desacordo com a lei. 

A operação foi coordenada pelo Sistema de Segurança Pública, por meio da Secretaria Adjunta de Gestão Operacional (SAGO) e Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (SIAC), e atuação de mais de 100 agentes públicos sob comando dos delegados Claudio Galeno e Marco Antonio Duarte, e coronel Simão Salim, comandante de policiamento da Região Metropolitana, da Polícia Militar. Atuaram policiais civis de Seccionais de Polícia de Belém e região metropolitana vinculadas à Diretoria de Polícia Metropolitana e Superintendência de Polícia Metropolitana; da Divisão de Polícia Administrativa (DPA) e Grupo de Pronto-Emprego da Polícia Civil (GPE); policiais militares da Ronda Ostensiva Tática Metropolitana (Rotam) da PM; homens da Polícia Rodoviária Federal; agentes do Detran; Corpo de Bombeiros; Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e da Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe) com apoio do helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp).

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR PRENDEM ACUSADOS DE DESTRUIR VIATURA DO DETRAN EM MÃE DO RIO

As Polícias Civil e Militar apreenderam oito adolescentes e prenderam cinco adultos por envolvimento nos atos de vandalismo e depredação do patrimônio público em Mãe do Rio, na noite de ontem, 29. Eles são apontados por participação na destruição e incêndio de uma viatura do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e na tentativa de depredação do prédio do órgão do município, além da depredação de uma praça pública na cidade. Os atos teriam ocorrido a pretexto de manifestação contra uma operação realizada pelo Detran no município desde o último dia 28 e que já resultou na apreensão de diversos veículos em situação irregular. 


O grupo teria se articulado para fazer o protesto por meio de grupos de WhatsApp. Segundo o delegado Clóvis Bueno, titular da Delegacia de Mãe do Rio, durante os atos de depredação, policiais militares de municípios da região e Comando de Policiamento Regional de Paragominas reforçaram a segurança na cidade e passaram a efetuar buscas para prender os acusados. 

Os adultos presos foram autuados pelos crimes de associação criminosa, dano ao patrimônio público, incêndio e corrupção de menores. Já os adolescentes foram apresentados ao Ministério Público para providências legais. 

A Polícia Civil solicitou perícia de local de crime que foi realizada na tarde desta quarta-feira, 30, no prédio do Detran. Conforme o policial civil, a intervenção da PM impediu que o grupo invadisse o prédio-sede do Detran na cidade. As investigações irão continuar para tentar identificar outros envolvidos nos atos de depredação. 

ACADEMIA DA POLÍCIA CIVIL PROMOVE TREINAMENTO DE MANUTENÇÃO DE ARMAS EM MARITUBA

A Academia de Polícia Civil (Acadepol) deu início, nesta terça-feira, 29, a dois dias de treinamentos aos policiais civis lotados na Seccional Urbana de Marituba voltados ao uso adequado de armamento e manutenção em primeiro escalão (limpeza e lubrificação) das armas de trabalho. A medida visa fornecer instrução educacional de forma técnica e profissional ao quadro pessoal da Polícia Civil e promover curso de atualização e aperfeiçoamento regular aos servidores da capital e interior do Estado. 

Policiais civis assistem a palestra na Seccional de Marituba

Segundo a delegada Marlise Tourão, diretor da Acadepol, as orientações almejam atingir resultados na qualidade do atendimento ao público para implementar a cultura da manutenção periódica e preventiva dos armamentos cautelados aos policiais civis e às Unidades Policiais e, dessa forma, promover a otimização do atendimento ao usuário e atender a política de integração do policial com a comunidade. 

No primeiro dia, os policiais civis assistiram a palestras na sede da Seccional, como sobre investigação policial. Nesta quarta-feira, eles serão levados ao estande de tiros do Instituto de Ensino de Segurança do Pará (IESP), em Marituba, para participar do treinamento de tiro.

POLÍCIA CIVIL FLAGRA CULTIVO DE MACONHA DO TIPO "SKANK" DENTRO DE CONDOMÍNIO EM BELÉM

A Polícia Civil descobriu nesta terça-feira, 29, mais um local de cultivo de "skank" (maconha modificada para potencializar os efeitos alucinógenos) em uma casa no residencial Itapuã, no bairro do Tapanã, distrito de Icoaraci, em Belém. A droga era cultivada pelo eletricista Railson Amaral Ferreira, 42 anos, responsável em alugar a casa para o plantio, enquanto que o estudante Thalles Henrique Costa da Silva Haber, 23, reparava a plantação. Os dois foram presos em flagrante no local e autuados por tráfico de drogas.  


A operação foi realizada por policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) sob coordenação do delegado Hennison Jacob, diretor da unidade policial. O flagrante é resultado da continuidade da operação realizada no último dia 24, quando duas pessoas foram presas responsáveis por cultivar pés de maconha em apartamentos de alto padrão e em uma casa, em Belém. O delegado Hennison Jacob explica que as investigações sobre o esquema de cultivo "in-door" (em local fechado) de maconha em residências continuaram após o flagrante realizado na semana passada. A partir das novas informações surgidas no decorrer das investigações foi possível levantar o endereço onde outro plantio da erva era realizado na capital paraense. 

Uma informação fundamental foi o caderno encontrado pela equipe coordenada pela delegada Fernanda Maués de Souza, na operação realizada no último dia 24. No caderno haviam anotações em que estava citado o nome de Railson. O eletricista é apontado como a pessoa que montava as instalações das estufas usadas para manter os pés de maconha plantados em vasos na residência. As estufas contavam com lâmpadas fluorescentes de alta qualidade que simulavam a iluminação natural do sol. Por ser processada em laboratório para ter o princípio ativo THC (Tetra-hidrocanabinol) potencializado, esse tipo de maconha tem um alto valor de venda. Cada quilo de "Skank" custa até R$ 8 mil. A maconha comum tem o quilo avaliado em R$ 200. 

Em depoimento, Railson alegou que é viciado em maconha desde os 18 anos e negou a prática do tráfico de drogas, alegando que cultivava a erva para consumo próprio. Ainda, segundo ele, o estudante o ajudava no cultivo da erva e não fazia venda da maconha. Para o delegado, as instalações montadas dentro da casa indicam que o local era usado para produção em série de maconha, o que caracteriza o crime de tráfico de drogas.

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR PRENDEM ACUSADOS DE VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES EM TOMÉ-AÇU

MIZAEL
As Polícias Civil e Militar prenderam em flagrante, nesta quarta-feira, 30, em duas ações de combate à violência contra a mulher, no município de Tomé-Açu, nordeste paraense, Mizael de Souza Portal e Maciel Nunes. O primeiro tentou matar a atual companheira com um facão do tipo terçado. A vítima conseguiu fugir de casa e pediu ajuda na Delegacia.

O segundo homem foi preso após agredir a companheira na casa em que os dois viviam, na sede da cidade. Durante a prisão de Maciel, a equipe de policiais civis comandada pelo delegado Alexandre Lopes apreendeu drogas no imóvel e, assim, o suspeito também vai responder por tráfico de entorpecentes. 

Conforme o delegado, a prisão de Mizael Portal ocorreu logo após a vítima chegar ensanguentada na Delegacia pedindo socorro. Ela informou aos policiais civis que havia sido atacada pelo companheiro a golpes de terçado, inclusive, na cabeça.

A equipe policial prestou socorro à vítima, levando-a até o hospital municipal, onde a mulher levou pontos cirúrgicos no couro cabeludo devido a um ferimento de terçado, e foram constatados hematomas pelo corpo por causa de socos e chutes. Os policiais civis foram em busca e conseguiram prender o acusado.

MACIEL
Mizael foi autuado em flagrante por tentativa de feminicídio. Ele foi apresentado em audiência de custódia no Fórum de Tomé-Açu, onde o juiz de plantão decretou a prisão preventiva do acusado e determinou a imediata transferência do preso ao presídio regional. 

OUTRO PRESO No caso da prisão de Maciel Nunes, a equipe da Delegacia de Tomé-Açu em conjunto com uma guarnição da PM prendeu o acusado logo após receber informação de que ele havia agredido a companheira na casa em que morava com a vítima. 

Pelo fato de o acusado ser conhecido por envolvimento com o tráfico de drogas, os policiais fizeram uma revista na casa e encontraram no local 11 pedras de "óxi" de cocaína. 

Após o preso ser apresentado na Delegacia, o delegado Alexandre Lopes fez uma pesquisa no sistema de informações criminais e descobriu que havia um mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça de Nova Mutum, no Estado do Mato Grosso, contra o acusado por crime de latrocínio - roubo seguido de morte. 

Após ser autuado em flagrante por lesão corporal decorrente de violência doméstica e tráfico de drogas, o preso foi apresentado ao juiz para audiência de custódia, na qual teve a prisão preventiva decretada e depois foi transferido ao presídio regional em Tomé-Açu.

PRESA MULHER CONDENADA A 50 ANOS DE PRISÃO PELA MORTE DOS PAIS EM BELÉM

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira, 28, Iraceli Barbosa Angelim, em cumprimento de mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça. A prisão foi realizada por policiais civis da Seccional Urbana do Guamá, em Belém. Ela tem sentença condenatória de 50 anos de prisão, no ano de 2004, pela morte dos pais, em Ananindeua, na Grande Belém. O pai da presa era o investigador da Polícia Civil, Leonardo David Angelim da Cunha e a mãe Ana Antônia Amaral da Costa. O crime foi premeditado. Iraceli estava foragida desde o ano de 2012, após ser beneficiada com a saída temporária para passar o Natal com familiares, e não voltou mais ao presídio feminino de Ananindeua. 


Além do mandado de prisão por condenação da Justiça, ela tinha outros dois mandados de prisão por outros crimes. Conforme o delegado Daniel Castro, diretor da Seccional, ela foi encontrada em uma casa, na rua Caraparu, no Guamá, pela equipe de investigadores da unidade policial. A mulher foi conduzida ao Presídio Feminino em Ananindeua para cumprir a pena. Em 2008, o Conselho de Sentença do TJ do Pará condenou Iraceli Angelim pela morte dos pais. A sentença foi anunciada em plenário pelo juiz José Admilson Gomes Pereira, titular da 6ª Vara Penal da Comarca de Ananindeua, que fixou a pena em 50 anos de reclusão (25 relativo a cada uma das vítimas) a ser cumprida em regime inicialmente fechado. Foi negado à acusada o direito de recorrer da sentença em liberdade.

Conforme a sentença, o crime foi premeditado pela presa que praticou as mortes dos pais mediante paga de recompensa e sem dar chance de defesa às vítimas. Ainda, conforme a sentença, Iraceli foi reconhecida pelos jurados como autora intelectual do crime por ter facilitado o acesso de outros envolvidos no crime ao interior da residência do casal. Na sentença, consta que ela entregou aos comparsas as armas usadas no duplo homicídio. A pena foi fixada inicialmente em 20 anos para cada um dos assassinatos com agravante em doze anos (seis anos para cada vítima) pelas qualificadoras, no caso, crime mediante pagamento, motivo torpe e crime contra ascendente (pais) e atenuadas em 1 ano para cada vítima por ser, à época do crime, menor de 21 anos.

Iraceli foi denunciada pelo Ministério Público do Estado apontada como mentora do assassinato dos pais. Á época, as investigações apontaram que ela estaria grávida de um conhecido da família e por temer revelar a verdade aos pais, principalmente ao pai, que não aceitava o relacionamento, planejou o duplo homicídio. Ainda, conforme as investigações, ela manteve contato com um homem conhecido como Cosme, para matar os pais. Cosme indicou Fabrício Nogueira da Silva, que foi contratado por Iraceli por R$ 600,00 mais um aparelho DVD e um telefone celular, para cometer o duplo homicídio.

Acompanhado de um adolescente, Fabrício entrou na casa das vítimas, na noite de 18 de agosto de 2004. Na época, Iraceli fingiu à mãe estar passando mal e a levou para a cozinha da casa, onde Ana Antônia ainda chegou a dar um comprimido e um copo de água para filha. O pai dormia no quarto da casa na ocasião. Nesse momento, Iraceli empurrou a mãe em direção aos criminosos que já estavam dentro da casa e a levaram até lavanderia, onde Fabrício matou Ana Antônia a golpes de faca no pescoço. Ao todo, foram 17 facadas. Segundo os autos do inquérito, Iraceli participou do crime tapando a boca da mãe com um pano e dando ordem para Fabrício matá-la. Logo em seguida, Iracili deu sinal para que Cosme entrasse na casa. Logo em seguida, Fabrício teria atirado em Leonardo Angelim, que estava deitado na cama sob lençóis. 

No local do crime, a condenada tentou se passar por vítima e alegou que aos policiais que o pai teria matado a mãe e depois se suicidado. A versão foi derrubada durante as investigações que levaram em consideração a cena do crime e como os corpos foram encontrados. "Leonardo era destro, mas a arma foi encontrada ao seu lado esquerdo", informa a sentença judicial. Iraceli e os demais autores do crime foram presos cerca de quatro meses depois do duplo assassinato. Os três outros acusados já foram julgados e condenados, recebendo Fabrício a pena de 32 anos e, Cosme, de 35 anos, pelo duplo assassinato. O adolescente recebeu medida de internação.  

terça-feira, 29 de novembro de 2016

OPERAÇÃO TAPERA DESTROI 175 MIL PÉS DE MACONHA NA DIVISA DO PARÁ COM O MARANHÃO

A Polícia Civil divulgou, nesta segunda-feira, 28, durante entrevista coletiva de imprensa, os resultados da operação Tapera, realizada nos últimos sete dias, na região do rio Gurupi, divisa do Pará com o Maranhão. A operação do Sistema Estadual de Segurança Pública resultou na destruição de mais de 175 mil pés de maconha e na apreensão de 90 mil mudas da erva, mais de 15 quilos de sementes, dez quilos de maconha seca e já beneficiada e cinco prensas usadas no preparo da droga para o tráfico, além de duas armas de fogo. Ao todo, 42 roças de maconha foram localizadas, durante seis dias de operação.

Plantação de maconha é incinerada

A operação abrangeu as cidades de Cachoeira do Piriá, Nova Esperança do Piriá, Viseu e Garrafão do Norte. Do total de roças localizadas, 32 deles estavam na áreas de Cachoeira do Piriá. A área onde os plantios foram encontrados é equivalente a 100 campos de futebol. Foi a maior apreensão de drogas realizada no ano. A coletiva contou com as presenças do secretário de Segurança Pública do Pará, Jeannot Jansen; do delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, dos diretores operacionais da Polícia Civil, Silvio Maués e João Bosco Rodrigues; o diretor da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), delegado Hennison Jacob; o diretor do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Orlando Salgado, e do coronel Leão Braga, comandante de Missões Especiais da PM.

Coletiva na Delegacia-Geral
COLETIVA
Iniciada no último dia 21, a ação policial envolveu mais de 50 agentes de Segurança Pública, entre policiais civis e militares, peritos criminais e equipes do Grupamento Aéreo com uso de helicópteros para sobrevoar a região e localizar as roças da droga no meio da mata. O delegado Hennison Jacob, um suspeito de ser responsável pelo cultivo na região já foi identificado. "Ele chegou a ser preso recentemente em flagrante com 40 quilos de maconha, mas foi solto", detalha, ao salientar que as investigações irão continuar para prendê-lo. Ele detalha que os donos dos terrenos onde estavam as plantações serão chamados para prestar explicações.


As áreas onde foram encontradas as plantações de maconha ficam na região do Alto Rio Guamá, às margens do rio Gurupi, e estão localizadas em propriedades particulares. O trabalho policial contou com apoio do Grupamento Aéreo do Maranhão que também estava fazendo o mesmo trabalho no lado maranhense. A meta da operação foi erradicar o cultivo da erva na região e identificar os responsáveis pelos plantios. Para o delegado-geral, o terreno situado em área fértil é propício para o cultivo da erva na região.

Delegado Hennison Jacob na coletiva
DELEGADO HENNISON JACOB
Foram encontrados nos terrenos onde a droga era cultivada materiais usados no plantio, como baldes, galões para transporte de combustível, e barracas de lonas plásticas montadas nas plantações. Foram apreendidas ainda armas de fabricação caseira, conhecidas como "bofetes", usadas em armadilhas no meio da mata. O secretário de Segurança Pública destacou, durante a coletiva, a integração dos órgãos do Sistema de Segurança Pública para realizar a operação, que contou com apoio do Estado do Maranhão. "A operação alcançou seu objetivo com êxito", destaca. 

Ele ressaltou que a vasta área usada na plantação da droga na região vai exigir mais operações. Jansen destaca o trabalho desenvolvido pela Denarc, unidade policial recém inaugurada para atuar de forma específica na repressão ao tráfico de drogas no Estado. "A Denarc deixa de ser uma promessa de uma nova etapa no combate ao tráfico de drogas para ser uma realidade", frisa.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

POLÍCIA CIVIL DESCOBRE PLANTAÇÃO DE MACONHA DENTRO DE APARTAMENTO EM BELÉM

A Polícia Civil desarticulou na tarde de ontem, dia 24, um esquema de tráfico de drogas que usava apartamentos de alto padrão e casas para plantio de maconha em um sistema sofisticado que contava com estufas de lâmpadas para simular a luz solar, aparelhos de ar-condicionado e uso de produtos agrícolas. Duas pessoas responsáveis pelo plantio da erva foram presas em flagrante por tráfico de drogas durante operação da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), em Belém. Os detalhes sobre o flagrante foram prestados, nesta sexta-feira, 25, na sede da Divisão, no bairro do Telégrafo. Ainda, durante a operação, foram apreendidas drogas sintéticas (comprimidos de ecstasy e cartelas de LSD) nos imóveis. As ervas e drogas sintéticas eram fornecidas para eventos festivos, como "raves" (festas com música eletrônica).


A apresentação dos detalhes foi presidida pelo delegado-geral, Rilmar Firmino; pelo diretor de Polícia Especializada, delegado Silvio Maués, e pela delegada Fernanda Maués de Souza, da Denarc, responsável pelo flagrante. A delegada explica que as sementes da droga foram importadas por meio de sites internacionais na internet nos quais é possível ver vídeos com instruções sobre o cultivo de maconha na modalidade "in-door" (em local fechado). Ela explica que os acusados começaram com cultivo da droga para consumo próprio, porém, com o tempo, passaram a comercializar para conhecidos por causa do alto valor dessa maconha. Além disso, por ter o princípio ativo (Tetra-hidrocanabinol - THC) potencializado para provocar efeito alucinógeno mais forte do que a maconha normal, a droga pode ser vendida em menores porções, porém por um preço mais alto que a erva comum. "Um quilo da maconha do tipo haxixe chega a valer até R$ 8 mil, enquanto que um quilo da maconha normal sai por R$ 200", explica. 

Maconha era cultivada em estufa

A operação abordou quatro imóveis durante as investigações realizada na tarde de quinta-feira, 24. Foram revistados dois apartamentos localizados em prédios de alto padrão e duas casas. Em três desses locais, os policiais flagraram o cultivo da maconha. Em um dos apartamentos situado em um prédio, na Avenida Gentil Bittencourt, no bairro de Nazaré, os policiais encontraram produção de maconha dentro do imóvel em estufas com iluminação formada de lâmpadas fluorescentes, que simulavam a luz solar, refrigeração interna com aparelhos de ar-condicionado, adubos, insumos e toda uma estrutura que permitia o cultivo da erva no local. 

Iluminação usada em estufa
ILUMINAÇÃO USADA NO CULTIVO DA ERVA
O outro apartamento ficava na rua Rodolfo Chermont, no bairro da Marambaia, e havia ainda uma casa na travessa Castelo Branco, bairro do Guamá. Os policiais civis prenderam nesses locais Helio Bezerra Pontes, 32 anos, e Juliana Régis Dias Ferreira, 32. Conforme a delegada, Helio é dono de um apartamento na Cidade Velha e responsável em alugar outros imóveis para o tráfico de drogas. Ela salienta que os dois não moravam nos locais que eram usados especificamente para o cultivo da erva. Além disso, detalha a policial civil, os dois costumavam se mudar constantemente de endereço. Atualmente, os dois presos, que são apenas amigos, cultivavam a droga nos imóveis desde o período de abril e maio deste ano. 

Delegados prestam informações
DELEGADOS PRESTAM INFORMAÇÕES
Para despistar o plantio de maconha nos apartamentos, eles usavam produtos para abafar o odor da erva e assim não chamavam atenção da vizinhança. Em média, os acusados faturavam por mês de R$ 30 mil a R$ 50 mil com as vendas, pelo levantamento inicial realizado pela Denarc. O cultivo da erva dura de 4 a 5 meses. A delegada acredita que existe uma rede de crime organizado por trás do esquema de tráfico de drogas. "As investigações serão aprofundadas para averiguar o envolvimento de outras pessoas no esquema", detalha a policial civil. 

Drogas sintéticas, adubos e a plantação
DROGAS SINTÉTICAS, ADUBOS E PLANTAÇÃO IN-DOOR
O delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, destacou o fato de que a apreensão da plantação de maconha cultivada em um apartamento na área urbana de Belém ocorre no mesmo instante em que policiais civis da própria Denarc atuam em uma operação policial, denominada Tapera, que já destruiu mais de 16 plantações de maconha em regiões de reservas indígenas, situadas na área rural do nordeste do Pará, divisa com o Maranhão. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

OPERAÇÃO POLICIAL JÁ RESULTOU NA DESTRUIÇÃO DE 16 PLANTAÇÕES DE MACONHA NO NORDESTE PARAENSE

A operação "Tapera", do Sistema Estadual de Segurança Pública, já resultou na destruição de 16 plantações de maconha, no nordeste do Pará, na divisa com o Maranhão. Iniciada na última segunda-feira, a ação policial envolve mais de 30 agentes de Segurança Pública, entre policiais civis e militares, peritos criminais e equipes do Grupamento Aéreo com uso de helicópteros para sobrevoar a região e localizar as roças da droga no meio da mata. A operação é acompanhada pessoalmente pelo delegado-geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, e pelo diretor de Polícia do Interior, delegado João Bosco Rodrigues.

OPERAÇÃO
Segundo o delegado João Bosco, as áreas onde foram encontradas as plantações de maconha margeiam o rio Gurupi. "Operamos em conjunto com o Grupamento Aéreo do Maranhão que também estava fazendo o mesmo trabalho no lado maranhense", explica. Conforme ele, a meta da operação é erradicar o cultivo da erva na região e dar prosseguimento à operação em outras áreas do interior do Pará.

Helicópteros no apoio
HELICÓPTEROS NO APOIO
Apenas em dois dias, a operação policial levou à localização e destruição de dez plantações de maconha e na apreensão de 1,5 mil pés da erva, além de 500 mudas, 5 quilos de sementes e porções de maconha beneficiada. Até o momento, não foram realizadas as prisões. Foram encontrados nos terrenos onde a droga era cultivada materiais usados no plantio, como baldes, galões para transporte de combustível, motor do tipo motobomba, uma prensa e barracas de lonas plásticas montadas nas plantações. Foram apreendidas ainda armas de fabricação caseira usadas em armadilhas no meio da mata.
Delegado-geral acompanha operação
DELEGADO-GERAL ACOMPANHA OPERAÇÃO
A operação conta com policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e das Superintendências da Polícia Civil nas Regiões Integradas de Segurança Pública Guamá (3ª RISP) e Caeté (6ª RISP); policiais militares do Comando de Operações Especiais (CME); peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e duas equipes do Grupamento Aéreo da Segurança Pública do Pará, sob coordenação do delegado Hennison Jacob, diretor da Denarc. A operação conta com apoio da Secretaria de Segurança Pública, da Delegacia-Geral da Polícia Civil, Comando-Geral da Polícia Militar e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

POLÍCIA CIVIL APREENDE MAIS DE 70 AVES EM CATIVEIRO NA CAPITAL PARAENSE

A Polícia Civil apreendeu, nesta quarta-feira (23), 70 aves (46 exóticas e outras 24 da fauna silvestre brasileira), que estavam guardadas em cativeiro, em uma residência, no bairro de São Brás, em Belém. As suspeitas são de que os pássaros seriam postos para comercialização. O dono do imóvel foi enquadrado em um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por crime ambiental de maus tratos aos animais, já que as aves apresentavam sinais evidentes dessa prática ilegal. Todas as aves foram retiradas da casa e conduzidas para a Divisão Especializada em Meio-Ambiente (DEMA), responsável pela apreensão. 

AVES APREENDIDAS
Apreensão
OPERAÇÃO
O investigador e médico veterinário Edelvan Soares, da DEMA, explica que uma denúncia levou a equipe policial até o endereço. "Encontramos aves como bicudos e sabiás, e aves exóticas também", detalha o policial. Havia no local gaiolas grandes onde estavam várias aves. A casa onde foi realizada a apreensão fica na rua Jutaí, perto de uma feira, onde já houve outras operações com apreensão de aves em situação de comércio ilegal, daí as suspeitas de que os animais seriam comercializados na área. Após assinar o TCO, o dono do imóvel foi liberado, mas vai responder ao processo na Justiça. As aves permanecem apreendidas à disposição da Justiça.

POLÍCIA CIVIL PRENDE AUTOR DE CRIME PASSIONAL EM MARABÁ

A Polícia Civil prendeu, na tarde de terça-feira, 22, o mecânico Igor Rafael Almeida Caldas, que confessou ter assassinado, por motivo passional, a ex-companheira Valéria dos Santos Sousa, 25 anos, em Marabá, sudeste paraense. O corpo dela foi encontrado em um matagal, às proximidades da Vila Landir, em São João do Araguaia, na segunda-feira passada. A prisão foi realizada pela equipe de policiais civis da Superintendência de Polícia Civil do Sudeste Paraense comandada pelos delegados Tony Vargas; Raissa Beleboni, titular da Delegacia de Homicídios de Marabá, e Ana Paula Matos Trigo, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam). 

PRESO 
O crime foi premeditado pelo acusado, que marcou um encontro com a vítima, por meio de mensagem via aplicativo WhatsApp, no sábado passado. As informações colhidas nas investigações são de que o acusado devia dinheiro da pensão dos dois filhos e o encontro teria como objetivo tratar do assunto. Porém, no local do encontro, os dois teriam tido uma discussão que resultou em uma luta corporal. Durante a briga, ele pegou uma faca, segundo versão do acusado, estaria com a vítima e a matou com, pelo menos, três facadas nas costas e tórax. 

VÍTIMA
Em depoimento, o preso alegou que agiu em legítima defesa. Após matar a vítima, ele ainda esfaqueou outras vezes o corpo e depois se livrou da faca. Em seguida, lavou o carro que usava e foi embora para casa, deixando o corpo escondido na mata. O veículo pertence a um cliente da oficina na qual o preso trabalha e foi usado pelo acusado sem conhecimento do dono. Ele chegou a se apresentar à Polícia Civil na segunda-feira para prestar depoimento em que apresentou uma versão diferente. Ele teve a prisão preventiva decretada pelo juiz Luciano Mendes Scaliza, da Comarca de São João do Araguaia. O veículo usado no crime foi encontrado e passou por perícia. O inquérito foi encaminhado à Justiça. O preso permanece recolhido em Marabá.

APREENDIDO MAIS DE UM QUILO DE MACONHA DURANTE OPERAÇÃO EM PORTEL

As Polícias Civil e Militar apreenderam, ontem (21), durante operação conjunta na cidade de Portel, na ilha do Marajó, em torno de um quilo de maconha prensada. A apreensão foi realizada após recebimento de denúncias anônimas de que dois suspeitos traficavam drogas em uma casa na comunidade conhecida como ABC da Favela. 

Droga apreendida

Assim, os policiais foram ao endereço e ali, durante a abordagem, os suspeitos conseguiram fugir, mas a droga foi apreendida. Segundo o delegado Paulo Junqueira, a casa pertence a Edson Ferreira Trindade, conhecido na área como Guidy. O outro suspeito é conhecido como Xaveta. 

Após a apreensão da maconha no local, os policiais conduziram familiares de Edson para a Delegacia para prestar depoimento. Depois, eles foram liberados. O delegado instaurou inquérito policial e procedeu o auto de apreensão da droga.

OPERAÇÃO RESULTA NA DESTRUIÇÃO DE DEZ PLANTAÇÕES DE MACONHA NO NORDESTE PARAENSE

Uma operação policial realizada no nordeste paraense resultou na destruição de dez plantações de maconha e na apreensão de 1,5 mil pés da erva, além de 500 mudas, 5 quilos de sementes e parte da droga já beneficiada. Denominada de Tapera, a ação policial foi iniciada na última segunda-feira, 21, e prossegue ao longo desta semana. Os primeiros resultados divulgados nesta quarta-feira, 23, são dos dois primeiros dias da operação que conta, no total, com 30 policiais, da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) e das Superintendências da Polícia Civil nas Regiões Integradas de Segurança Pública Guamá (3ª RISP) e Caeté (6ª RISP); 12 policiais militares do Comando de Operações Especiais (CME); três peritos criminais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves e duas equipes com oito agentes do Grupamento Aéreo da Segurança Pública do Pará (Graesp) no apoio com helicópteros para sobrevoo e localização dos roçados na região.

INCINERAÇÃO DE DROGAS
Segundo o delegado Hennison Jacob, diretor da Denarc, as áreas identificadas com roçados de maconha, durante os levantamentos, estão localizadas na região entre os rios Piriá e Gurupi, na divisa do Pará com o Maranhão. Ele explica que essa foi apenas uma das etapas da operação. "A ação policial vai prosseguir por outros municípios do Pará objetivando a localização e erradicação de plantações de maconha, bem como, a identificação e prisão dos responsáveis por esses plantios ilegais", explica.

Operação Tapera

Até o momento, não foram realizadas as prisões, pois, no memento da chegada dos policiais na região, os responsáveis pelo cultivo fugiram, abandonando as roças, inclusive materiais de trabalho, como baldes, galões para transporte de combustível, um motor do tipo motobomba, uma prensa, entre outros objetos, dentro de barracas de lonas plásticas montadas nas plantações. Dentro de uma das áreas de cultivo, localizada no meio da mata, os policiais encontraram fábricas clandestinas de armas artesanais, mais conhecidas como "bofetes", que são usadas em armadilhas instaladas na mata, para atingir possíveis invasores.

Plantação de maconha no meio da mata
ÁREA DE CULTIVO
No local, havia cartuchos de arma de fogo que seriam instalados nas armas artesanais. Os pés da erva encontrados nas plantações foram retirados e em seguida queimados junto com objetos usados no cultivo da droga. Para localizar as áreas de cultivo da droga, no meio da mata, os policiais contam com apoio de helicópteros no sobrevoo, fundamentais na operação, devido à grande extensão dos terrenos. Toda operação conta com apoio da Secretaria de Segurança Pública, da Delegacia-Geral da Polícia Civil, Comando-Geral da Polícia Militar e Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. 

PRESO AUTOR DE FEMINICÍDIO POR MOTIVO PASSIONAL EM PACAJÁ

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta quarta-feira, 23, Gutemberg Goudinho Torres, 25 anos, reconhecido por testemunhas como autor do assassinato de Erika Cantanhede Moraes, 26 anos, em Pacajá, sudeste paraense. Ele foi apontado como autor de seis tiros de arma de fogo que tiraram a vida da vítima, que era natural da cidade de Parauapebas. Conhecida como "Erika Suany", a jovem foi assassinada por volta de 22 horas desta terça-feira, 22, em uma casa noturna, no bairro Tozetti, em Pacajá, onde trabalhava há cerca de um mês. O crime foi passional. O preso é ex-namorado da vítima e não aceitava o fim do relacionamento.  

PRESO
O delegado Arthur Nobre, responsável pela investigação do crime, explica que o caso começou a ser investigado por volta de 22 horas de terça-feira, 22, quando a vítima foi morta com seis tiros. Em depoimento na Delegacia de Pacajá, a dona da casa noturna relatou que Erika estava atendendo clientes no local, quando um homem entrou no estabelecimento e logo em seguida ouviu os tiros. Ela conta que, logo em seguida, ainda teve tempo de ver o autor do crime correr junto com um comparsa e ambos fugiram em uma moto.

Logo após o crime, a equipe policial formada pelos policiais civis Alessandro Cardoso, Sérgio Caldeira e Claudio Heleno, levantou informações sobre as características físicas do autor do crime e saiu em buscas pela cidade para tentar localizar o suspeito. Com base nas informações, os policiais conseguiram identificar o acusado. 

O delegado explica que as investigações apontaram que a vítima havia terminado o relacionamento com o acusado que, por sua vez, não aceitava o fim do namoro. Dessa forma, ressalta o policial civil, ele planejou a morte de Erika. Gutemberg foi localizado, na manhã desta quarta-feira, 23, quando seguia de casa para seu local de trabalho em uma empresa de produtos agropecuários, no centro de Pacajá.

Ao ser preso, o acusado vestia o mesmo par de botas usadas no momento do crime. A peça do vestuário foi reconhecida por uma pessoa que presenciou o crime. "Uma das testemunhas reconheceu o acusado inclusive pela cor dos olhos", destaca o policial. Segundo essa pessoa, o autor do crime chegou ao local e sacou a arma, dizendo para a vítima: "Agora tu vai morrer" (sic). E depois de chamá-la por uma palavra de baixo calão, efetuou os disparos fatais, diante de diversas pessoas. 

VÍTIMA
A arma usada no crime não foi encontrada, mas as investigações continuam com objetivo de localizá-la. O comparsa de Gutemberg no crime e que seria a pessoa que pilotou a moto usada na fuga também não foi encontrado nem identificado até o momento. O preso foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio - homicídio doloso de mulher por sua condição feminina - e vai ficar recolhido à disposição da Justiça em Pacajá. O corpo da vítima foi removido ao Centro de Perícias Científicas de Tucuruí para ser periciado e depois liberado aos familiares para sepultamento.