quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CIVIL PRENDE EM BRASÍLIA ACUSADO DE ATIRAR EM VÍTIMA DURANTE TENTATIVA DE ASSALTO A RESIDÊNCIA EM BELÉM

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira, 14, em Brasília (DF), Leonardo Costa Araújo, 30 anos, conhecido como Leo, acusado de integrar o grupo que invadiu e tentou assaltar uma residência, no bairro do Reduto, em Belém, em 11 de dezembro do ano passado. Na ocasião do crime, um morador da casa reagiu ao assalto e foi baleado na perna esquerda. Uma senhora de 70 anos chegou a ter dois dedos da mão cortados com um facão por um dos bandidos. Ao todo, três homens participaram do crime. Leonardo é acusado de ser o autor do disparo. O preso deve ser transferido para a capital paraense, nesta quinta-feira, 16, após autorização da Justiça brasiliense. 

A prisão foi efetuada pela equipe de policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) do Pará, com apoio de policiais civis da Delegacia de Repressão a Roubos, da Polícia Civil do Distrito Federal. Segundo o delegado Thiago Dias, da DRFR, Leonardo é paraense e estava escondido na casa de familiares em Brasília. Ele foi ouvido em depoimento, durante as investigações, em Belém, e, na ocasião, chegou a confessar participação no crime, mas negou ter sido o autor do disparo. Ao todo, três tiros foram deflagrados contra um morador da casa. Um dos disparos atingiu a perna da vítima. 

PRESO
Ainda, conforme o delegado, após o depoimento, foi solicitada à justiça a prisão preventiva do acusado. Contudo, Leonardo Araújo já havia fugido para fora do Estado. Com base em uma informação recebida, explica o policial civil, foi possível descobrir o paradeiro do procurado na capital federal. "Ele estava trabalhando como garçom em um restaurante em Brasília", informa Dias. Outros dois acusados de participar do crime estão sendo investigados. Leonardo permanece recolhido no Complexo da Polícia Civil em Brasília no aguardo de autorização da Justiça para recambiamento a Belém. 

O crime ocorreu por volta de 7 horas da manhã de 11 de dezembro de 2016. Na ocasião, três bandidos invadiram pelos fundos uma casa, localizada na rua Aristides Lobo, bairro do Reduto. Os assaltantes passaram por dentro do terreno de uma casa abandonada situada por trás da residência, onde estavam três moradores, um casal e uma idosa de 70 anos. No momento em que a idosa abriu a porta que dá acesso ao quintal da casa foi abordada pelos três bandidos. Um deles estava armado com um facão. 

Em seguida, os outros dois moradores foram rendidos, porém, no momento em que os assaltantes tentavam amarrar o homem, a vítima reagiu e travou luta corporal com os criminosos. Durante a confusão, dois dedos da idosa foram cortados pelo facão. Nesse momento, um dos bandidos atirou contra a vítima, atingindo-lhe a perna esquerda. Em seguida, os bandidos saíram em fuga pelo mesmo local por onde entraram na casa sem roubar nada do local.  

sábado, 11 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CIVIL IDENTIFICA SUSPEITO DE MATAR INVESTIGADOR KLEBER MORAES

A Polícia Civil já identificou o suspeito de matar um policial civil na manhã deste sábado, 11, no bairro do Telégrafo, em Belém. Luciano Marcus do Carmo Dias, de 21 anos, de apelido "Danone", foi reconhecido por testemunhas como o autor do disparo que ceifou a vida do investigador Kleber Moraes. A vítima foi morta com um tiro no peito e teve a arma roubada pelo acusado.

As investigações presididas por policiais civis da Divisão de Homicídios mostram que Luciano Dias é o único envolvido no crime. Ele está sendo procurado.

DENÚNCIAS Quem tiver informações que ajudem na localização de Luciano Marcus deve telefonar para o número 181, o Disque-Denúncia. A ligação é gratuita e sigilosa. 

POLÍCIA CIVIL LAMENTA MORTE DO INVESTIGADOR KLEBER KLEUSON DE MORAES

A Polícia Civil do Pará lamenta profundamente a morte do investigador Kleber Kleuson de Moraes, que era lotado na Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), e que faleceu no Pronto Socorro do Umarizal, no final da manhã de hoje, vítima de um disparo de arma de fogo no peito. O policial civil, que estava de folga do serviço, retornava para casa após ir a uma feira, no bairro do Telégrafo. Ele foi abordado ao chegar à sua residência e levado para dentro da casa, onde foi atingido pelo disparo. A arma do policial civil foi levada. 


A vítima ainda foi socorrida com vida, mas evoluiu a óbito no hospital. A equipe da Divisão de Homicídios está empenhada na investigação do crime. A Diretoria de Atendimento ao Servidor (DAS), da Polícia Civil, está prestando todo apoio necessário aos familiares do policial civil, desde apoio no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, para onde o corpo foi removido, até a posterior liberação para velório e sepultamento. A instituição externaliza seus votos de condolências à família, amigos e colegas de trabalho enlutados e roga a Deus que fortaleça a todos, nesse momento difícil.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CIVIL DEFLAGRA OPERAÇÃO PARA DESARTICULAR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO EM MÃE DO RIO

A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira, 7, em cumprimento a mandado de prisão preventiva, Ana Lúcia Magalhães, ex-vereadora do município de Mãe do Rio, nordeste paraense. A operação policial, denominada Iara, foi deflagrada nessa cidade para cumprir mais de 20 ordens judiciais, dentre as quais, três prisões preventivas, de acusados de envolvimento em um esquema de corrupção. A ação policial foi resultado de investigação realizada por policiais civis da Delegacia de Repressão a Defraudações Públicas, unidade policial vinculada à DRCO (Divisão de Repressão ao Crime Organizado), da Polícia Civil. 


O delegado Evandro Moreira, diretor da DRCO, explica que o trabalho investigativo foi iniciado para apurar crimes contra a administração pública de Mãe do Rio, com práticas de corrupção e parcelamento irregular de solo urbano do município. "Apuramos que vereadores do município teriam recebido indevidamente lotes no Residencial Ipiranga pra aprovarem o projeto de lei de expansão urbana de Mãe do Rio em que se inseria o citado loteamento", explica. Além do crime de corrupção, destaca o delegado, os sócios do loteamento praticaram o crime de parcelamento irregular do solo, ao comercializarem terrenos no loteamento sem possuir registro em cartório de imóveis. 

Em um primeiro momento nas investigações, a equipe de policiais civis cumpriu mandado de busca e preensão na sede do Residencial Ipiranga. Na ocasião, ressalta o delegado, foi constatado que houve o recebimento de lotes por parte de vereadores, além de bilhetes e propostas de contrato de compra e venda de terrenos para dissimular uma compra regular. "Foram apreendidos na ocasião computadores e outros objetos periciados", detalha Moreira. Após o aprofundamento das investigações, foi deflagrada mais uma fase da operação Iara para cumprir 21 mandados judiciais - três de prisão preventiva; oito de busca e apreensão e dez de condução coercitiva. 

As ordens judiciais foram expedidas pelo juiz Cristiano Magalhães Gomes, titular da Comarca de Mãe do Rio. "Várias testemunhas e investigados prestaram depoimento à Polícia Civil e também apreendemos vários elementos de prova", explica o delegado. Dos três mandados de prisão, foi cumprido o mandado de prisão contra Ana Lúcia Magalhães, mais conhecida como Ana do Povão, que até o fim de 2016 exercia a função de vereadora na Câmara Municipal de Mãe do Rio. 

Os outros dois acusados estão foragidos. As investigações foram presididas pelo delegado Carlos Vieira, da Delegacia de Combate a Defraudações Públicas. A operação contou com a participação de integrantes das delegacias que compõe a DRCO, além da DRFR (Divisão de Repressão a Furtos e Roubos), do Serviço de Polícia Interestadual (Polinter), da DPI (Diretoria de Polícia do Interior), do GPE (Grupo de Pronto-Emprego), do NIP (Núcleo de Inteligência Policial) e da Divisão de Homicídios.

POLÍCIAS CIVIL E MILITAR DESARTICULAM ESQUEMA DE COMÉRCIO DE ARMAS ILEGAIS EM TOMÉ-AÇU

As Polícias Civil e Militar flagraram nesta segunda-feira, um comércio de armas clandestinas no município de Tomé-Açú, nordeste paraense. No total, 22 armas e diversas munições de diferentes calibres foram apreendidas no interior de um carro após uma abordagem realizada em uma barreira policial no ramal da Água Branca, zona rural do município. A maioria das armas era de fabricação artesanal. Edilberto Nascimento Matos e Gilvandro de Sousa Cristo foram presos em flagrante pelo crime de comercialização de armas de fogo sem autorização. 


Em depoimento, os acusados afirmaram que as armas seriam utilizadas para caça. Em outra ação policial foi preso Renato Frankallace Batista da Silva pelo crime de roubo. Segundo o delegado Alexandre Lopes, titular da Delegacia de Tomé-Açú, durante o procedimento em flagrante foi constatado que o acusado é foragido da Colônia Agrícola Heleno Fragoso. O preso foi recapturado e recambiado ao Sistema Prisional.

POLÍCIA CIVIL FLAGRA ENVOLVIDO EM TRÁFICO DE DROGAS EM BAGRE

A Polícia Civil prendeu em flagrante, nesta segunda-feira, 7, durante investigação para apurar denúncia anônima, Lidielson Pontes Vasconcelos, de apelido Navio. Ele foi flagrado com 35 petecas de pasta-base de cocaína durante abordagem policial em Bagre, na ilha do Marajó. O delegado Marcus Pinto, titular da Delegacia local, explica que o acusado foi abordado em via pública após Lidielson ser monitorado. 

DROGAS E SUSPEITO PRESO
"Recebemos denúncia anônima durante realização de diligência. Quando ele estava em via pública, nós o abordamos e constatamos que ele carregava um saco plástico com droga", explica o policial civil, ao salientar que o acusado não apresenta passagem anterior pela Polícia. O preso está recolhido à disposição da Justiça. Além do delegado, estavam na equipe policial o escrivão Santos e investigador Silvio.

POLÍCIA CIVIL TREINA SERVIDORES PÚBLICOS PARA ATUAR COMO IDENTIFICADORES CIVIS E CRIMINAIS NO INTERIOR DO PARÁ

A Polícia Civil deu início, nesta segunda-feira, 6, a um treinamento para capacitar servidores públicos de 13 municípios paraenses para atuar como identificador civil e criminal no interior do Estado. No total, são 27 funcionários do quadro administrativo de Prefeituras cedidos à Polícia Civil, por meio de convênio, para expedir carteiras de identidade e emitir fichamentos criminais tanto nos municípios onde a corporação policial não dispuser de serviço de identificação quanto naqueles onde existir o serviço. "Independentemente disso, o serviço é sempre chefiado por um papiloscopista", explica o diretor de identificação da Polícia Civil, Ricardo Paula. 


 
O treinamento é ministrado pelo papiloscopista policial civil Roberto Valentim Novaes, da Diretoria de Identificação "Enéas Martins" (Didem). Ele explica que serão, ao todo, 21 dias de treinamento com aulas teóricas e práticas. Com o treinamento, os novos identificadores estarão preparos a coletar material para expedição de carteiras de identidade, como coleta de impressões digitais, preenchimento de prontuário com os dados civis e realização de pesquisa de informações criminais. 



Após o final do treinamento, os novos identificadores irão receber todo material usado na confecção dos documentos. Quando estiverem nos municípios onde moram e trabalham, eles ficarão responsáveis em fazer a coleta dos dados cadastrais dos cidadães e depois trazer esses dados coletados para Belém, onde irão fazer a emissão das carteiras de identidade que serão entregues na sede do município, com um prazo médio de 30 dias para entrega dos documentos.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

POLÍCIA CIVIL CONCLUI CURSO DE CAPACITAÇÃO PARA POLICIAIS CIVIS EM BREVES

A Academia da Polícia Civil (Acadepol) e o Grupo de Pronto-Emprego (GPE) concluíram, nesta sexta-feira, 3, os cursos de capacitação para mais de 20 policiais civis que atuam nas Delegacias de dez municípios vinculados à Superintendência Regional do Marajó Ocidental, sediada em Breves. Iniciados no último dia 31, as atividades envolveram aulas teóricas, como investigação policial moderna, qualidade no atendimento ao público, inteligência policial, entre outros, e treinamentos práticos, como tiro policial, porte e empunhadura e técnicas de abordagem. A região de Breves foi a primeira do interior do Estado a receber os cursos em 2017. 


Os atividades foram realizadas na sede do Tiro-de-Guerra do Exército Brasileiro, em Breves. No último dia, os policiais civis passaram por treinamento de tiro com pistola calibre ponto40, escopeta calibre 12 e com a nova arma recém adquirida, carabina CT ponto30. Os policiais civis também tiveram curso de local de crime. As aulas teóricas foram ministradas pelos professores da Acadepol, Afonso Rodrigues e Kleiton Amancio, e as práticas pelos instrutores do GPE, investigadores Lima e Peri. Para o delegado Geraldo Pimenta Neto, da Superintendência de Breves, os cursos foram muito produtivos e servirão para padronizar os procedimentos operacionais. 


A partir desses cursos, ressalta o delegado, a ideia é manter uma rotina de treinamentos com os policiais civis da região. "Gostamos tanto do curso que combinei com os colegas a realizarmos treinos uma vez por mês, sob orientação dos dois policiais civis - investigadores Augusto Raulino e Victor Bricio - do GPE que estão na regional de Breves", detalha, ao ressaltar o apoio do Tiro-de-Guerra do Exército. 


A meta da Acadepol é capacitar, até o final deste semestre, mais de 600 policiais civis em todo Estado. Segundo a delegada Marlise Tourão, diretora da Acadepol, a meta é percorrer todas as Superintendências Regionais do interior do Pará para ministrar os cursos de capacitação. Dados da Acadepol mostram que, no ano passado, 1.433 servidores públicos da Polícia Civil e de outras instituições de Segurança Pública, como policiais civis, administrativos, estagiários, policiais militares, entre outros, passaram por cursos de capacitação, na Acadepol.

POLÍCIA CIVIL TRANSFERE PARA BELÉM PRESO NO INTERIOR DO PARÁ ACUSADO DE MATAR POLICIAL MILITAR REFORMADO NA CAPITAL

Policiais civis da Divisão de Homicídios conduziram, nesta sexta-feira, 3, para a sede da unidade policial, o preso Thiago Cardoso Martins, 28 anos, conhecido como Thiaguinho, acusado da autoria do assassinato do policial militar reformado Olênio Pinto Prado, 51 anos, em julho do ano passado, no bairro do Jurunas, em Belém. Ele foi preso em flagrante no município de Limoeiro do Ajuru, nordeste paraense, no último dia 1º, por tráfico de drogas, por uma guarnição da Polícia Militar, após ser flagrado, em uma casa na rua JK, bairro da Matinha. 


Após ser preso, ele foi conduzido para Cametá para ser autuado em flagrante por tráfico de drogas e outros crimes. Thiago foi transferido para Belém, ontem, e estava recolhido na Central de Triagem da Cremação, até ser conduzido para ser ouvido em depoimento pelo delegado Fernando Bezerra, presidente do inquérito. Segundo o delegado Renato Wanghon, da Divisão de Homicídios, Thiago e mais três comparsas são apontados como os autores do assassinato do policial militar. Na época do crime, o grupo pegou a vítima de surpresa no momento em que caminhava na Avenida Roberto Camelier com Rua dos Mundurucus. 

Olenio foi alvejado por vários tiros por dois homens que desceram de um carro roubado. Os criminosos fugiram do local sem levar nada do policial militar reformado, que estava armado, mas não teve chance de se defender. Depois dos tiros, os criminosos saíram em fuga no carro até uma rua, onde os três ocupantes dos veículos passaram para um táxi que já os aguardava no local e abandonaram o carro roubado. 

O crime teria sido motivado por vingança, por parte de Thiago, que teria prendido o acusado enquanto estava em atividade na Polícia Militar. Thiago responde a, pelo menos, três processos criminais na Justiça paraense, entre eles, um do ano de 2007 em que é acusado de matar um policial militar da ativa, na área do Tucunduba, bairro do Guamá, em Belém. Ele vai permanecer preso à disposição da Justiça.

POLÍCIA CIVIL JÁ PRENDE SEIS ENVOLVIDOS NO ASSASSINATO DE JOVEM DE 19 ANOS EM ANANINDEUA

A Polícia Civil identificou 14 envolvidos e destes seis já estão presos acusados de matar a jovem Mayara da Silva Martins, de 19 anos, cujo corpo foi encontrado, em 15 de julho do ano passado, nas matas do parque ambiental do Utinga, em Águas Lindas, município de Ananindeua, na Grande Belém. As informações foram prestadas, nesta sexta-feira, 3, pelos delegados Renato Wanghon e Eduardo Rollo, da Divisão de Homicídios, após a apresentação do sexto preso acusado do crime. Marcio Guilherme Prado Lima Filho, 23, de apelido Bugalu, é acusado de ser um dos mandantes do homicídio. A vítima foi sequestrada e levada para dentro da mata, onde foi torturada e morta a tiros. Do total de 14 envolvidos no assassinato, um acusado já morreu. 


Dos demais 13 acusados, dois são adolescentes. Os demais 11 são todos adultos com mandados de prisão decretados pela Justiça. Seis deles estão presos e outros cinco continuam foragidos. Márcio estava na condição de foragido de Justiça após fugir de uma casa penal no ano passado. Ele foi preso novamente por tráfico de drogas e estava recolhido na Central de Triagem da Marambaia, em Belém, com nome falso. As investigações mostraram que a morte de Mayara foi a mando de Bugalu e José Adriano Gomes Santos, 26, conhecido por Adriano Gordo, que, na época do crime, estavam presos. Atualmente, Adriano Gordo está no presídio de Catanduvas, no Paraná, por determinação da Justiça, por seu auto grau de periculosidade. 

A vítima foi morta por ter sido apontada como informante de policiais militares que prenderam em flagrante, dias antes, por tráfico de drogas, Mayara Madalena Prado Silveira, 21, prima de Bugalu e dona de um ponto de venda de drogas, em Águas Lindas. Em 14 de julho, a jovem foi levada por sua irmã Tayná de Jesus Martins de Lima, 20, e por uma amiga, menor de idade, sob alegação de que iriam consumir drogas, perto das matas do parque do Utinga. Foi uma emboscada. Ao chegar nesse local, a vítima foi surpreendida por criminosos que a obrigaram a entrar na mata e ali passaram a torturá-la até que a mataram com vários disparos. 

A tortura e a execução de Mayara foram filmadas com um celular por um dos bandidos e as imagens do crime foram compartilhadas nas redes sociais e, dessa forma, chegaram ao conhecimento público e das autoridades policiais. Além de Bugalu; Tayná, irmã da vítima; Mayara Madalena, prima de Bugalu, e Adriano Gordo, estão presos também Alef Cunha Mininea, 19 anos, também conhecido por Alace ou Walace, e Lidean da Silva Borges, 25, de apelido Fred. Estão foragidos Ewerton Correa Maués, 25, de apelido Churrasco; Alessandro do Nascimento Araújo, 22, conhecido por Sandro; Wagner Martins Gomes, 21, de apelido Peste; Leonardo Martins da Rocha, 22, de apelido Beca, e Clevyson Erick Sousa da Silva, 22.

POLÍCIA CIVIL RENDE HOMENAGENS PELO DIA NACIONAL DOS PAPILOSCOPISTAS

O dia 5 de fevereiro é o Dia Nacional do Papiloscopista. A data é destinada a homenagear esses profissionais da Polícia Civil fundamentais para a efetivação da cidadania, na elucidação de crimes e na garantia de direitos das pessoas. O dia é uma referência à data de 5 de fevereiro de 1903, quando a Papiloscopia foi implantada oficialmente no Brasil num decreto firmado pelo então presidente do Brasil, Rodrigues Alves, o de Nº 4.764 que instituiu a Secretaria da Polícia do então Distrito Federal brasileiro e regulamentou a Lei Nº 947 de 29 de dezembro de 1902, reformulando o Serviço Policial no Distrito Federal e criando a Identificação Dactiloscópica na então capital brasileira, o Rio de Janeiro.
Em 1901, portanto dois anos antes da implantação da Papiloscopia no Brasil, foi realizado o 3° Congresso Científico Latino Americano, na cidade de Montevidéu, capita do Uruguai, onde foi apresentado o método datiloscópico de identificação de pessoas. A partir da implantação desse método, surgiu no Brasil a Papiloscopia que passou a ser considerada como o uso da impressão digital de uma pessoa como prova conclusiva sobre a identidade do indivíduo. No Brasil, passou a ser usado na identificação humana o "Sistema Dactiloscópico Vucetich", a partir de uma sugestão do jornalista, poeta, político e tradutor brasileiro, José Félix Alves Pacheco. A partir de então, a Papiloscopia no Brasil vem se aperfeiçoando e alcançando novos rumos. 
Papiloscopista em atividade

A Papiloscopia é a ciência que utiliza como meio de identificação humana as saliências da pele existentes nas palmas das mãos e solas dos pés. Essas saliências são as papilas dérmicas, mais conhecidas popularmente pelo estudo das impressões digitais. O papiloscopista é o policial civil especializado na individualização humana por meio das impressões digitais, cujos desenhos são únicos em cada pessoa. Esse profissional também atua na representação facial humana – que engloba retrato falado, representação prosopográfica e projeção de idade; na identificação criminal, na perícia em local de crime, na identificação necropapiloscópica e na manutenção de bancos de dados civil e criminal, assim como na emissão de documentos de identidade.
No Pará, atualmente, existem 188 papiloscopistas policiais que atuam nos municípios-sedes das Superintendências Regionais da Polícia Civil, como Abaetetuba, Castanhal, Capanema, Santarém, Marabá, Altamira e Redenção, além de cidades como Xinguara e Parauapebas, e em Belém.
São funções do papiloscopista:
- Elaborar peças de caráter técnico referentes a documentos ou fragmentos de impressões digitais colhidos em locais de crimes;
- Realizar diligências policiais e participar de operações, quando requisitado pela autoridade competente;
- Identificação neonatal (impressões podoscópicas em recém-nascidos);
- Colher impressões digitais para os requerimentos de documentação da população;
- Realizar os exames de Representação Facial Humana (Retratos Falados, Projeções de Envelhecimento, de forma manual ou com auxílio de ferramentas computacionais);
- Realizar exames de projeção de envelhecimento em casos de desaparecidos;
- Realizar a identificação papiloscópica de indivíduos nos casos previstos em lei;
- Coordenar e organizar os arquivos de impressões digitais, conforme as técnicas de classificação das estruturas das cristas papilares;
- Consultar, incluir e emitir a folha de antecedentes criminais sobre uma pessoa (para instrução de inquéritos policiais, processos judiciais e certidões);
- Proceder consultas criminais diversas;
- Gerenciar a inclusão dos dados civis e criminais de indivíduos nos sistemas informatizados públicos.
O profissional da Papiloscopia é responsável pelos seguintes serviços:
Perícias Papiloscópicas: Procedimentos periciais que visam a emissão de laudos sobre a coleta de fragmentos de impressões digitais deixadas em locais de crime visando a identificação de pessoas.
Perícias Necropapiloscópicas: Procedimentos que visam a identificação de uma pessoa encontrada morta sem qualquer identificação.
Perícia Prosopográfica: Procedimentos usados na Perícia Papiloscópica Policial para identificação de pessoas por meio da chamada representação facial humana. Por essa ciência, é possível fazer a análise de fotos ou vídeos coletados em locais de crimes, como forma de auxiliar a investigação policial na identificação dos autores.
Perícia Iconográfica e Retrato Falado: Procedimento que visa a elaboração de laudos com montagem de representações faciais de suspeitos de crimes descritos a partir do relato de testemunhas. Os chamados retratos-falados são confeccionados com uso de programas de computador para elaborar o rosto do suspeito.
Prontuário Criminal: Documento onde constam os dados criminais de uma pessoa mediante a identificação oficial e que pode ser solicitado para embasar investigações de crimes.
Coleta e arquivamento de impressões digitais: Procedimento que visa manter um banco de dados dos prontuários civis das pessoas.
Documentos de identificação: Confecção e emissão de carteiras de identidade civil onde constam os Registros Civis (RGs).
Atestado de Antecedentes Criminais: Atualmente, no Pará, esse documento é emitido gratuitamente por meio da internet.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

PRESO CONDENADO A 9 ANOS DE PRISÃO POR ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR EM BELÉM

A Polícia Civil cumpriu, nesta quinta-feira, 2, mandado de prisão preventiva em decorrência de sentença condenatória de Jonatas de Oliveira Gomes, no bairro do Guamá, em Belém. Ele foi condenado à pena de 9 anos e 4 meses por crime de atentado violento ao pudor decorrente de processo transitado em julgado (que não cabe mais recursos na Justiça). 

Preso por atentado ao pudor contra menina em Belém (Foto: Divulgação Polícia Civil)

A prisão foi efetuada pela equipe da Seccional do Guamá, sob comando do delegado Daniel Castro. A vítima do crime foi uma menina de quatro anos. Jonatas está preso à disposição da Justiça.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

PRESO EM LIMOEIRO DO AJURU ACUSADO DE MATAR POLICIAL MILITAR REFORMADO EM BELÉM

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira, 1º, em Limoeiro do Ajuru, nordeste paraense, Thiago Cardoso Martins, 28 anos, conhecido como Thiaguinho, acusado da autoria do assassinato do policial militar reformado Olênio Pinto Prado, de 51 anos, em julho do ano passado, no bairro do Jurunas, em Belém. Ele foi preso em flagrante no município por tráfico de drogas e conduzido para Cametá para ser autuado em flagrante pelo crime. 

PRESOS JOEL E THIAGUINHO
Ele foi preso por uma guarnição da Polícia Militar, por volta de 11h45 da manhã, em uma casa na rua JK, bairro da Matinha em Limoeiro do Ajuru junto com Joel Borges Machado, 35. Durante revista na residência, os policiais militares apreenderam dois computadores tipo notebook; relógios de pulso; pulseiras; brincos; colares; um celular e uma pistola calibre 380 com dois carregadores e 30 munições. Além dos objetos, foram apreendidos 100 gramas de maconha, 25 gramas de cocaína em pó; 58 petecas de pedras de óxi de cocaína e mais de R$ 200 em dinheiro. Ao ser preso, ele se identificou por um nome falso.

Após ser identificado corretamente, o preso foi reconhecido como acusado da morte de Olênio Prado. O crime ocorreu na Avenida Roberto Camelier, próximo à rua dos Mundurucus. Olenio estava na frente de um estabelecimento comercial, quando dois criminosos se aproximaram em um carro e passaram a efetuar disparos em direção à vítima que ainda foi conduzida com vida ao Hospital do Pronto-Socorro Municipal (HPSM) do Guamá, mas não resistiu e morreu. O veículo usado no crime, um carro roubado, foi abandonado e localizado depois. O caso foi repassado para a Divisão de Homicídios onde o inquérito foi instaurado para investigar o crime. O preso vai permanecer recolhido no interior do Estado à disposição da Justiça. A Divisão de Homicídio deverá requisitar à justiça a transferência do acusado para Belém.

POLÍCIA CIVIL PRENDE EX-POLICIAL MILITAR ACUSADO DA AUTORIA DE HOMICÍDIO EM OUTEIRO

A Polícia Civil deu cumprimento, nesta quarta-feira, 1º, ao mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça contra o ex-sargento da Polícia Militar do Pará, Gerson Vitoriano de Oliveira, 46 anos, pela autoria do assassinato de Carlos Gomes da Silva, 24 anos, em 28 de novembro de 2016, na praia do Amor, ilha de Outeiro, em Belém. Ele foi preso, em sua casa, durante a manhã, por policiais civis da Divisão de Homicídios, sob comando dos delegados José Guilherme Macedo e Eduardo Rollo. O preso foi conduzido para a sede da DH, em Belém, onde foi apresentado ao delegado Renato Wanghon, diretor da unidade policial. 

MATERIAL APREENDIDO COM ACUSADO
Ao ser preso, ele foi flagrado com mais de 200 estojos de munição de pistola calibre ponto40 e revólver 38; um revólver calibre 38 com duas munições; um par de algemas; um colete à prova de bala e seis placas de veículos diferentes, das quais, quatro de carros e uma de moto, além de uma carteira de identidade funcional da Polícia Militar. Ao todo, ele responde a seis processos criminais na Justiça, dos quais cinco por homicídio e um por concussão (extorsão praticada por servidor público). "Vitoriano é considerado um dos principais responsáveis por execuções nos distritos de Outeiro e Icoaraci", explica o delegado Wanghon, ao ressaltar a importância da prisão do ex-policial militar. Vitoriano foi expulso da PM após conclusão de processo administrativo por ter assassinado a tiros um preso que estava algemado. 

PRESO
A respeito do homicídio que resultou na ordem de prisão, explica Wanghon, a vítima foi morta enquanto falava ao celular sentada à beira da praia. Era por volta de 17h30, quando o acusado passou de moto no local e observou a vítima, que tinha uma tatuagem em destaque no corpo. "Ele (Vitoriano) perguntou sobre a tatuagem e depois saiu do local. Depois, retornou e foi em direção à vítima efetuando os disparos", conta o delegado. Carlos morreu no local. A partir das investigações, o ex-policial militar foi identificado e teve a ordem de prisão solicitada à Justiça. O delegado ressaltou que vai apurar porque o acusado matinha em sua casa as placas dos veículos e a grande quantidade de estojos de munição. Agora, ele vai permanecer recolhido à disposição da Justiça.

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

POLÍCIA CIVIL VAI EMITIR DOCUMENTOS DE IDENTIDADE DURANTE ATO PÚBLICO NO PRÓXIMO DOMINGO

A Polícia Civil do Pará será uma das instituições públicas engajadas em uma campanha de combate ao trabalho escravo no Estado a ser realizada no próximo dia 5 de fevereiro, na praça Batista Campos, centro de Belém. Durante o ato público, será realizada uma ação de cidadania com emissão de Carteiras de Identidade pela Didem (Diretoria de Identificação "Enéas Martins"), da Polícia Civil. Com o lema "Vamos abolir de vez essa vergonha", em referência ao trabalho em condições análogas à escravidão, o evento é uma realização do Ministério do Trabalho, da Comissão Estadual de Erradicação ao Trabalho Escravo (COETRAE-PA), da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 8ª Região - Pará e Amapá (Amatra 8), da Delegacia Sindical do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho no Pará (Sinait/PA) e rede de crédito Sicoob Credijustra.


O evento é alusivo ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo celebrado em 28 de janeiro. A data foi instituída em homenagem aos auditores fiscais do trabalho Erastóstenes Gonçalves, João Batista Lage e Nelson José da Silva, e motorista Aílton de Oliveira, mortos em 2004, quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí, em Minas Gerais. Durante a ação de cidadania, além das Carteiras de Identidade, haverá a emissão de Carteiras de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e apresentações de dois grupos de carimbó. O evento vai contar com um palco montado na praça para que representantes das entidades possam falar sobre as ações de prevenção e combate ao trabalho escravo no Pará. Ao mesmo tempo, haverá distribuição de panfletos informativos para conscientização da comunidade sobre o problema.

A Polícia Civil é uma das instituições que integram o Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (COETRAP), vinculada à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH). Esse Comitê é formado pelas instituições que integram a chamada rede de articulação de erradicação do tráfico de pessoas no Pará. "O trabalho escravo é uma das modalidades de tráfico de pessoas", explica a delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Christiane Ferreira. Dentro da estrutura da Polícia Civil, a Diretoria de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAV) é a unidade responsável em atuar em ações de prevenção e combate a práticas de violação de direitos contra pessoas em situação de vulnerabilidade, como é o caso dos trabalhadores em situação análoga à escravidão.

A delegada ressalta que, apesar do crime de trabalho escravo ser de competência federal, a Polícia Civil atua nas regiões do Pará, onde a Polícia Federal não estiver presente. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho escravo apresenta características bem delimitadas. "Além das condições precárias, como falta de alojamento, água potável e sanitária, por exemplo, também existe cerceamento do direito de ir e vir pela coação de homens armados. Os trabalhadores são forçados a assumir dívidas crescentes e intermináveis, com alimentação e despesas com ferramentas usadas no serviço", detalha a OIT.







sábado, 28 de janeiro de 2017

SEGURANÇA PÚBLICA APRESENTA DEZ ITENS NA CARTA DE MACAPÁ

A Segurança Pública integra a Carta de Macapá do 13º Fórum de Governadores da Amazônia Legal. O documento finalizado nesta sexta-feira, 27, consolidou os anseios da população para o planejamento conjunto e o desenvolvimento integrado da região. Os Estados identificaram as problemáticas comuns e as políticas públicas necessárias que podem ser desenvolvidas em conjunto para fortalecer a Amazônia. O secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Pará, Jeannot Jansen, e o delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Rilmar Firmino, estiveram presentes no evento.
Na Segurança Pública, especificamente, que integra os debates pela primeira vez, a fonte de financiamento do setor foi a principal reivindicação dos gestores da Amazônia. “A União precisa olhar a segurança pública da Amazônia a partir das especificidades da região. Isso é fundamental. Por isso, os gestores da Amazônia Legal se unem para levar uma proposta para Brasília”, disse o secretário de Defesa, Cidadania e Segurança Pública de Rondônia, coronel Lioberto Ubirajara, durante a apresentação dos itens.

Os gestores da área da segurança pública pontuaram os dez itens que foram inseridos na Carta de Macapá e serão priorizados junto às discussões com a União:
- O Fundo Nacional de Segurança Pública, com indicação das fontes de financiamento;
- Indicação de uma operação pelo período de noventa dias nas fronteiras e divisas dos estados objetivando impedir as ações do tráfico de drogas e a circulação de armas e criminosos;
- Construção pela União de 27 presídios com 150 vagas com celas individuais, a serem administrados pelos estados;
- Construção de cinco presídios federais para cumprimento integral da pena de condenados faccionados;
- Controle material da execução pelo poder executivo, através das Secretarias de Administração Penitenciárias;
- Inclusão do sistema de segurança pública na Medida Provisória 755, tanto para transferência de recursos quanto para contratação de pessoal;
- Criação do Banco Nacional de Dados sobre Faccionados;
- Investigação federal sobre a estrutura do crime organizado e compartilhamento dos organismos estaduais;
- Atuação permanente das Forças Armadas nas fronteiras, além da atuação por 90 dias em apoio a Polícia Rodoviária Federal;
- E por fim, a definição da política da União para o combate ao crime organizado na Amazônia Legal.
O secretário de Segurança Pública e Justiça do Amapá, Ericláudio Alencar, foi enfático ao dizer que a segurança pública só é atendida em momentos de fragilidade, e um setor fundamental como este precisa de uma maior atenção. “Precisamos de medidas efetivas, não podemos ficar em discursos ou reuniões esporádicas. O governo federal tem que tomar uma posição e estabelecer uma fonte de financiamento permanente para trabalharmos com efetividade”, reivindicou o gestor. (Fonte: Portal do Governo do Amapá).

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

POLÍCIA CIVIL APREENDE SEIS QUILOS DE COCAÍNA DURANTE OPERAÇÃO EM ANANINDEUA

A Polícia Civil apreendeu cerca de seis quilos de cocaína, nesta terça-feira, 24, durante operação policial para desarticular esquema de tráfico de drogas, em Ananindeua, na Grande Belém. Duas pessoas foram presas em flagrante de posse das drogas que seriam distribuídas nas Região Metropolitana. A ação policial foi realizada por policiais civis da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) em decorrência de investigações. Helen Suzi Neves Menezes, 43 anos, e Alexandre Santos Lima, 42, paraenses, foram presos no bairro do Coqueiro. 


Durante as abordagens, os policiais apreenderam com a mulher um total de 19 pedras de óxi de cocaína e um tablete da droga. Com o acusado, foram encontradas mais cinco pedras de óxi. No total, as drogas apreenderam somaram cerca de seis quilos. Os presos e o entorpecente apreendido foram levados para a sede da Denarc na Rua Coronel Luís Bentes, no Telégrafo, em Belém. Os dois foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e estão recolhidos à disposição da Justiça.

POLÍCIA CIVIL PRENDE IDOSO ACUSADO DE ESTUPRAR MENINA DE 11 ANOS EM BELÉM

A Polícia Civil cumpriu nesta terça-feira, dia 24, em Belém, o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça contra João da Silva Martins, de 64 anos, acusado de abusar sexualmente de uma criança de 11 anos de idade. A ordem judicial de prisão foi decretada como resultado de investigações realizadas por policiais civis da Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaca), sediada no Pro Paz Integrado do Centro de Perícias Renato Chaves (CPC). 


Coube a essa equipe policial dar cumprimento à prisão preventiva. A delegada Silvia Tavares, da Deaca, explica que as investigações apontaram que a vítima também sofria maus tratos por parte do acusado. Em depoimento, ele negou o crime. A criança ainda recebe atendimento pelo programa Pro Paz e permanece em um abrigo com sua mãe devido às ameaças que sofreram do agressor. O acusado já está recolhido no Sistema Penitenciário à disposição da justiça.

POLÍCIA CIVIL INFORMA SOBRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS DO CICLO 30 DA REDE DE ENSINO À DISTÂNCIA

A Polícia Civil informa aos policiais civis interessados que a partir do próximo dia 1 de fevereiro iniciam os cursos referentes ao ciclo 39 dos cursos da rede de Ensino à Distância (EAD) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). As inscrições poderão ser realizadas através do site http://portal.ead.senasp.gov.br/. Veja abaixo o calendário de cursos e programe-se.


POLÍCIA CIVIL PROCURA FALSO PASTOR QUE ESTUPROU FIÉIS EM NOVO REPARTIMENTO

A Polícia Civil está à procura de Pedro Oliveira de Sousa Junior, acusado de se passar por pastor de uma igreja evangélica, para estuprar mulheres, em Novo Repartimento, no sudeste do Pará. Duas vítimas o denunciaram na Delegacia do município. O acusado está com mandado de prisão preventiva decretada pela Justiça e atualmente está foragido. Os casos foram comunicados ao delegado Arthur Nobre, na quinta-feira, dia 26, quando foi instaurado inquérito policial, para apurar os fatos. A partir do relato de testemunhas e de provas apresentadas, o delegado requereu à Justiça a prisão do acusado. 

Pedro Junior está foragido. Informações pelo fone 181

Segundo o delegado, Pedro Junior se identificava como pastor da Congregação Nova Aliança, onde pregava nos cultos e ganhava cada vez mais a confiança das pessoas da comunidade e, assim, conseguia chamar a atenção de seguidoras da igreja. Ele atuava na região há, pelo menos, sete anos. Após a decretação da prisão, nesta sexta-feira, 27, a equipe policial de Novo Repartimento tentou localizá-lo o município, até descobrir que ele havia viajado para Marabá. 

As buscas ao acusado foram realizadas pela manhã e durante a tarde desta sexta-feira. "Ao chegarmos à cidade, testemunhas nos informaram que ele estava na casa de sua mãe, que mora em Marabá, mas que já teria se deslocado para outro lugar", explicou o delegado. Os policiais civis fizeram novas buscas, mas não conseguiram encontrar Pedro Junior. Conforme o delegado, o acusado usa um carro modelo Renault Logan, cor azul escura, com placa JVG 9165. O delegado solicita a quem tiver informações sobre o paradeiro de Pedro Junior que telefone para o fone 181, o Disque-Denúncia.